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Arquivo: Abril 2008

SUBJETIVIDADE E APRENDIZAGEM - Aprendendo com os erros: O limite da relação entre professor e aluno

lilika1000 30/04/2008 @ 03:02

king.jpgA subjetividade é um processo do indivíduo como sujeito psicológico concreto (GONZALEZ REY, 1999).

Há algum tempo, já não podemos ver o professor como se fosse um “chefe ditador”, que impõe tática e o aluno obedece com medo de um castigo. Hoje, temos que nos interessar pela opinião e dificuldades dos alunos, sem deixarmos o profissionalismo de lado. Isso me faz lembrar um momento em que assumi uma turma, e a idade média do público era maior que a minha. Isso não foi o problema. O fato é que alguns manifestaram certa intimidade a ponto de quererem misturar a relação. As palavras e gíria do alunado em questão eram de certa forma um desafio que eu ainda não havia desmembrado. Esta atitude poderia influenciar o comportamento dos que estavam interessados em aprender, da mesma maneira que os processos deixariam de serem avaliados. No entanto, percebi que poderia tirar proveito da situação fazendo o aluno se interessar mais no assunto, ouvindo, conversando, dando risadas de um fato agregado ao valor da aula.
Como ainda não havia passado por isso, eu me calei por um momento e tentei buscar alternativas para fazer com que a situação fosse amena. Foi então que compreendi que a relação entre aluno e professor deve ter um olhar afetivo, o que vemos não é o mesmo que eles vêem. O aluno vê o diferencial quando há certa proximidade e atenção ao seu ponto de vista. Não quero dizer que o professor deva ter necessariamente uma amizade com alunos, mas o carrasco não vai ajudar em nada, além de trazer muitos problemas e mau desempenho escolar por questões que a própria decência conhece, principalmente psicológicas. Na verdade, o que devemos é ter certo limite nessa relação para que o objetivo comum não seja prejudicado, e refletirmos até que ponto pode levar essa relação.
A ética profissional é primordial. Alunos são alunos e o professor é profissional, o limite é o equilíbrio para o convívio sem que percamos a autoridade. O professor é motivador, mas não se influencia e continua a ser um bom líder, ou seja, ser agradável e atencioso é muito bom, mas principalmente é necessário ter cuidado, para que tenhamos o bom senso e o principal argumento: o respeito!

Elinete Ribeiro office_lady_picking_up_papers_md_wht1.gif

Concepções de cidadania Educação e Cidadania Desempenho

lilika1000 30/04/2008 @ 02:48

bras.jpgO principal paradoxo da democracia persiste: ela não existe sem uma educação apropriada do povo para fazê-la funcionar, ou seja, sem a formação de cidadãos democráticos. E a formação de cidadãos democráticos supõe a preexistência destes como educadores do povo, tanto no Estado quanto na sociedade civil (Mougniotte).”

No texto lido no livro didático de Educação e Cidadania, podemos concluir que as diversidades pelos quais passou a educação antes desses últimos três séculos norteavam o trabalho de identidade nacional, cultura nacional, revelando assim, as contradições internas com muitas implicações curriculares e pedagógicas que comprometiam a educação, inclusive a profissional, o que veio mudando de acordo com os aspectos introduzidos após o entendimento de que a lei deveria ser igual para todos.
Estes aspectos mostram o complexo do significado das práticas de construção de uma cultura cívica na qual prevaleça a participação das políticas e de direitos. São aspectos que podem ser resolutamente potenciados na direção de uma nova prática democrático-pluralista, ou seja, durante décadas, vários autores se questionaram se as sociedades contemporâneas, em sua complexidade funcionavam com base na partilha de valores comuns, e se a compreensão do espaço democrático como articulação de diferentes esferas públicas relativamente autônomas, destituído de um único ator de referência, era compatível com esta expectativa como foi concluídos por McClure, 1992 e Burity, 1998.
Isto deixa claro que a idéia de uma cultura cívica, no campo político que visa à qualidade da democracia, no campo da educação, a variedade de interesses e intervenções cresce paralela à velocidade e à complexidade das mudanças culturais. Assim, discutimos este tema que, a meu ver, reúne a política e sua relação com a educação para a democracia.
A educação para a cidadania, presente como em todos os programas oficiais educacionais, não existe, sem a educação para a democracia, mas é imprescindível, ressaltar que educação só tem a perder se ficar isolada na dimensão política, porque participar, trabalhar e produzir é um todo através do conhecimento. Pois, reconhecer que, hoje, o conhecimento, é o fator motor principal da nova sociedade, e o centro de tudo é o saber e fazer a aprender, é também saber pensar, ser crítico e analítico, para que a perspectiva do desempenho seja concebido.

Elinete Ribeiro

Carta de um Marketeiro

lilika1000 19/04/2008 @ 02:27

dibujo3.jpgGente, o poster abaixo não é meu, li num blog de uma pessoa chamada Celina Sanzovo, achei interessante publicar, pois dedico àqueles que simplesmente Amam Marketing, vão aos lugares e ficam reparando nas estratégias de MKT utilizadas, não escondem a paixão pelos 4Ps Cs como eu, rsrsrs, e mesmo assim, não ligam de ser chamados de chatos pelos amigos...rsrsrsrs

"Querido Cliente,

Quando te vi a primeira vez tive um INSIGHT. Logo te adicionei ao meu DATABASE. Fui pró-ativo e no dia seguinte já te liguei. Seu FEEDBACK positivo me animou. Então, dei meu máximo na sua FIDELIZAÇÃO. Promovi nosso barzinho na quarta e cinema na quinta. Você se maquiou e finalizou a ARTE. Tudo em CMYK, o MAGENTA dos seus lábios brilhavam. No CHECK-LIST registrei o beijo doce que você me roubou.
Não usei de BENCHMARKING para te conquistar, mas tive que traçar uma estratégia de combate à concorrência. Elaborei a SWOT da situação, e te abracei bem forte para todos verem que você já é CONTA minha. Para expressar meus sentimentos fiz uma peça ALL-TYPE. No seu BRIEFING faltavam informações que estou descobrindo todos os dias. Você tem deixado BRAND no meu coração. Você não tem nada de COMMODITY. E o CICLO DE VIDA desse relacionamento será eterno. Você OTIMIZOU minha vida e eu gostei. Esse não é só mais um CASE passageiro.

Marketeiro"

ELi

Análise do filme: EU ROBÔ ( tecnologia é sociedade)

lilika1000 19/04/2008 @ 01:51
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Neste filme está clara a trama psicológica e social, pois há uma discussão sobre a convivência entre homens e robôs e sobre a utilidade real das máquinas. Observamos que o protagonista é tecnófobo, e os centros de robótica de todo o mundo avançam aos poucos sobre o desafio de criar inteligência artificial a ponto de simular o mais complexo órgão humano: o cérebro. Se hoje, muitos ainda não se adaptaram com os avanços tecnológicos, um tecnófobo num mundo infestado de tecnologia, fica paranóico.

Os especialistas científicos buscam a cada dia essa inteligência artificial para superar e reproduzir "reações humanas", e além de tudo, no ramo da informática existe uma área conhecida como redes neurais o qual simula o cérebro humano, tanto que hoje, em muitos lugares, os robôs autômatos passam pelos mesmos processos de aprendizagem que passamos.

Reconhecemos que o avanço da tecnologia, constantemente tem ocasionado a substituição da mão-de-obra humana pelas “máquinas inteligentes”, em diversas áreas da atividade humana, entretanto, em meu ponto de vista, no imaginário social, os robôs não irão dominar o mundo, mas não é pelo fato de sermos inteligentes que vamos pensar que somos únicos no universo como afirmou Descartes, “penso, logo existo”. Imagine se as máquinas chegarem a essa conclusão algum dia.

Mas vejamos bem, para um complemento de melhoria de vida em sociedade, a máquina e o homem se complementam, pois a máquina precisa do homem no seu manuseio e alimentação de dados, e o homem precisa da máquina na ordenação, armazenamento, distribuição e utilização dos dados e informações técnicas precisas e específicas. Afinal, como citado no último parágrafo da Seção 1 – Tecnologia é sociedade, a produção de tecnologia é o resultado de esforços conscientes e dirigidos de grupos específicos.

(Esse artgo foi um de meus trabalhos do curso de Formação Pedagógica para Formadores Profissionais da UNISUL)

Elinete Ribeiro

Diversidade e Aprendizagem

lilika1000 18/04/2008 @ 10:40

dibujo8.jpgSabemos que a diversidade da aprendizagem é de acordo com o ritmo de cada aluno e que deve ser considerado no planejamento das atividades. A especificidade do alunado, não se trata somente de distintos níveis entre os mesmos, mas, de sua capacidade para aprender. Às vezes, nos deparamos com os indisciplinados, os que não fazem tarefas, os que não prestam atenção, e nesta hora, é preciso um certo jogo de cintura para que possamos entender a melhor forma de ensinar. Contudo, os profissionais da área, devem saber o modo de aprendizado de cada aluno. Isso não significa que cada aluno deve ter uma forma individual para aprender, até porque seria impossível. Mas olhar para as suas necessidades.
Na verdade, o que leva à motivação para aprender, não tem nada a ver a capacidade, a questão é o interesse dos alunos. Há os que apresentam uma grande facilidade e não querem aprender nada, enquanto outros que apresentam mais dificuldades se mostram bastante interessados. Aí está a prova de que eles não precisam ser iguais e de que as diferenças entre eles são necessárias, para o processo de seu desenvolvimento. O importante é lidar com as diferenças, e buscar estratégias para a situação da aprendizagem.

Elinete Ribeiro

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EXCLUÍDOS NA SOCIEDADE DE CLASSE - Reflexão

lilika1000 18/04/2008 @ 10:28

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A reflexão sobre esse assunto, evidentemente discerne a teoria em política com parâmetros de justiça social, em que o Capitalismo passa a ser apresentado como a única alternativa realista, num enfrentamento de desigualdades onde o objetivo dos grupos sociais é a Inclusão total.
Fazendo uma análise sobre este estudo, observamos que o impasse de muitas mudanças na busca da igualdade e da distribuição de renda, trouxe uma estrutura social distribuída em grupos de escalas hierárquicas dos status sociais, definindo assim, níveis, que de fato, são resultadas em oposições que conflitam o objetivo real da inclusão. Ao mesmo tempo em que debatemos essa escala, nos deparamos com dois princípios básicos socialistas que a os grupos querem ajudar a construir e que são básicos de status para os mesmos:

1- a democracia superior; e
2- a democracia liberal e políticas, que buscam superar as desigualdades econômicas e sociais existentes sob o capitalismo.

No entanto, esses princípios básicos de status dos grupos sociais, refletem sim, quando o assunto é o nível de escolaridade, a qualificação e profissionalismo dos trabalhadores. A geração de empregos e educação só terá maior participação na inclusão, quando esses princípios de fato, forem executados no âmbito político/econômico e social.
Nosso país é um exemplo de que as diversas economias estão incluídas numa vasta economia mundial comandada pelas grandes multinacionais. Ou seja, os programas de apoio aos excluídos são na verdade estratégias para os setores econômicos. Com um olhar sobre o tema em questão, observamos que o direito à educação está ligado a isso. Mas a educação é a primeira saída para a exclusão dos grupos dessa sociedade.
A exclusão tem predominado sobre a integração, e mesmo quando se fala desta última, é frequentemente para iludir as multíplas formas de segregação social.

Elinete Ribeiro

QUEM É O (a) SECRETÁRIO (a) EXECUTIVO (a)?

lilika1000 18/04/2008 @ 10:00

mulher%20empreendedora.gifMuito se fala nesse profissional, mas poucos conhecem a magnitude dessa profissão milenar.
Para entendermos melhor, vamos começar pela História.
Os primeiros registros da profissão secretária datam dos tempos dos faraós, sendo exercida pelo sexo masculino, na figura dos escribas.
Com a Revolução Industrial, volta a aparecer a função de secretário e após as duas guerras mundiais, por falta de mão-de-obra masculina, observamos o surgimento da figura feminina bastante atuante na área, na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, a mulher surge nesse cenário na década de 50. Nessa mesma época houve a implantação de cursos voltados para a área como, por exemplo, técnico em secretariado.
Nas décadas de 60 e 70 vemos a expansão da profissão, mas somente a partir dos anos 80 a categoria conseguiu, por meio de muita luta, a regulamentação da profissão, com a assinatura da Lei nº 7.377, de 30/09/1985.
Com a regulamentação a classe ganha força, surgindo os sindicatos das secretárias.
Em 1988 foi criada a Fenassec - Federação Nacional de Secretárias e Secretários. Em 7 de julho de 1989 é publicado o Código de Ética Profissional, criado pela União dos Sindicatos.

O profissional em Secretariado Executivo Bilíngüe pode atuar nas grandes empresas que oferecem os melhores salários, como também nas pequenas e médias empresas e organizações dos setores primários, secundário e terciário. Em nossa Capital, e nas cidades do interior, o setor público constitui-se numa alternativa de atuação, que tem apresentado demanda por esses profissionais.
O curso pretende contribuir para a inserção de muitas pessoas no mercado de trabalho, seja através da prestação de serviços com vínculo empregatício, ou seja, através da forma autônoma de trabalho, em razão das novas tendências do mercado, ou ainda, oportunizando a formação acadêmica daqueles que já exercem a profissão, proporcionando aos egressos a elevação da sua qualidade de vida e o seu reconhecimento profissional junto à comunidade.
As empresas que empregam o profissional de Secretariado Executivo exercem suas atividades nos mais variados ramos, tais como, empresas agropecuárias, escritórios de advocacia, consultórios e clínicas médicas, hospitais, empresas comerciais, prestadoras de serviços, indústrias em geral, empresas e órgãos públicos, dentre outras.

A relevância do curso de Secretariado Executivo Bilíngüe é indiscutível, uma vez que o mercado de trabalho demanda profissionais capacitados para o exercício legal da profissão, não havendo Instituições de Ensino, no Estado, em número suficiente para a formação de Secretários Executivos.
O Estado do Pará, pouco tem observado a importância deste profissional e sua importância quanto às perspectivas promissoras de progresso, a partir do MERCOSUL, da sua inserção na economia Nacional, assim como o crescimento das oportunidades de negócios com paises dos outros continentes. O Brasil vem se expandindo e novas frentes de trabalho estão emergindo, principalmente nas grandes capitais, com capacidade de absorção gradativa dos profissionais de Secretariado Executivo Bilíngüe. No entanto, no estado paraense a formação desses profissionais está limitada a dois cursos superiores (UEPA e UNAMA), que habilitam profissionais em Secretariado Executivo, e nenhum curso técnico na área. Portanto, a demanda pelo profissional Secretário Executivo, devidamente qualificado se faz presente para suprir as necessidades do mercado de trabalho.
O curso de Secretariado Executivo Bilíngüe foi concebido para atender as necessidades sociais e cientificas, proporcionando às pessoas que optam pelo curso a oportunidade de desenvolverem-se integralmente, ou seja, capacitando-se tanto nos aspectos técnicos quanto nos aspectos humanos, necessários ao profissional contemporâneo.

Objetivos do curso:
1- formar profissionais competentes no que se refere ao domínio das línguas envolvidas na caracterização do curso Português/Inglês/Espanhol; com domínio da produção de textos técnicos (empresariais - públicos ou privados) dentro das normas que compõem o domínio culto das línguas envolvidas; com domínio das ações e procedimentos ligados ao exercício profissional em empresas públicas ou privadas, capazes de atender suas necessidades, assessorando-as no campo secretarial e gerencial, tais como marketing, finanças, administração, processamento de dados, contabilidade, direito e legislação, economia e recursos humanos;
2 - contribuir para a formação de profissionais que se integrem à comunidade enquanto cidadãos responsáveis, competentes e capacitados para exercer suas funções específicas e participar da vida pública enquanto membros de uma sociedade democrática e pluralista.
3 - compromisso com a excelência na formação de profissionais, de forma a dominarem um conjunto fundamental de conhecimentos ligados às áreas de comunicação, de administração, de informática, além da jurídica e da ambiental.

Habilidades e competências
Dessa forma, o Secretário Executivo Bilíngüe poderá atuar como:
* Assessor executivo: um agente executor e multiplicador mais próximo dos núcleos dos processos decisórios. Utiliza seu conhecimento para assistir, com competência, a infra-estrutura da empresa da qual participa. Planeja, organiza, controla os serviços, coleta informações. É mediador de conflitos e estabelece integração entre empresa e seus clientes.
* Gestor: que exerce funções gerenciais. Ou seja, com capacidade de planejar, organizar, implementar e gerir programas. Promove o processo de comunicação empresarial, observa o Código da Ética Profissional, acompanha as evoluções de maneira global e pluralista. Deve ser objetivo, comunicando-se de forma rápida e eficaz.
* Empreendedor: que propõe idéias e práticas inovadoras, capaz de implantar resoluções alternativas. Deve ter domínio de princípios teóricos relativos à administração, planejamento, comunicação, psicologia, finanças, legislação, além de ser capaz de dominar os conhecimentos específicos da área.
* Agente facilitador: que apresenta habilidade e capacidade de trabalhar individualmente e coletivamente. Adapta-se com facilidade às mudanças propostas, demonstrando dedicação, ponderação, discrição, iniciativa e postura ética e profissional.
* Consultor: que entende a empresa e a cadeia produtiva na qual está inserida, a sua razão de ser, seus objetivos e políticas, utilizando os conhecimentos para auxiliar na formulação de estratégias e projetos empresariais.

Perfil do egresso
O Secretário Executivo, devido às exigências do mercado de trabalho, deve estar apto a acompanhar as mudanças, a globalização, os programas de qualidade e humanização empresarial. Além disso, a profissão engloba uma diversidade de tarefas. Em razão dessas demandas, o curso de Secretariado Executivo Bilíngüe propõe a formar bacharéis para trabalhar como assessor executivo, gestor, empreendedor, agente facilitador e consultor nas empresas onde irá atuar, e pós Pós-gradmonica_modeling_vogue_md_wht.gifuação, MBA, Licenciatura, Mestrado e Doutorado nas áreas de Humanas, Tecnologia da Informação e Áreas afins.

Algumas Informações:
Segundo estudiosos, a palavra "secretária (o)" tem origem no latim e deriva dos seguintes termos:
• Secretarium - lugar retirado
• Secretum - lugar retirado, retiro
• Secreta - particular, segredo

Para obter o código de ética da profissão e a lei de regulamentação da Profissão, acesse os sites: www.secth.com.br ou www.fenassec.com.br

Elinete Ribeiro

CONSULTORIA, UMA ALTERNATIVA A VIDA DE EXECUTIVO

lilika1000 18/04/2008 @ 09:26

trab_executiva.jpgHoje, com o crescente aquecimento da economia e o crescimento das grandes corporações, a demanda por profissionais especializados que possam guiar a empresa para o desenvolvimento, inovação e melhoria de seus processos, aumentando sua competitividade, vem se destacando no cenário mundial, a Consultoria, que é uma fonte rica para atingir este objetivo. Mas é preciso antes de tudo, um bom profissional que preencha os requisitos de forma eficaz.
O perfil atual de um profissional consultor se baseia na alta especialização de uma das áreas de sua formação. Por isso, cada vez mais estes profissionais estão se voltando para o mercado que atende a essas grandes corporações.
A definição da atividade de consultorias e suas funções têm se voltado muito ao empreendedorismo e posteriormente, uma opção de vida e ou complemento na vida de muitos Executivos que por sua experiência, buscam soluções para os principais problemas.
A Consultoria, serviço prestado por um profissional que domina uma determinada área de conhecimento, onde, através de diagnósticos e processos, são identificados de acordo com as necessidades do cliente, desenvolvendo soluções e propondo ações customizadas para cada tipo de problema, tem sido grande estratégia de vivência profissional, e uma alternativa na busca por uma melhor qualidade de vida. Isto se deve, mediante, a flexibilidade da profissão.
Dessa forma, ao analisarmos a definição de empreendedor percebemos que se trata do profissional que possui características tais como inovação, flexibilidade, capacidade de assume riscos, criatividade, orientação ao crescimento e ao desenvolvimento de novos negócios. Coisas que os profissionais desta área buscam por meio do desempenho e da competitividade.
A competitividade na consultoria está diretamente relacionada com as estratégias e ganhos e permite gerar resultados reais e satisfatórios. Desse modo, uma empresa apresenta maior competitividade e quanto mais valiosa e sustentável for a sua vantagem, ou diferencial competitivo em face de seus compradores, concorrentes e demais competidores (o mercado), maior é sua estratégia para garantir a perenidade da empresa.
Com base no tema em questão, a Consultoria como alternativa na vida de Executivo, exerce uma grande mudança, sendo ele mesmo o “líder” dos processos. Suas características pessoais e de personalidade tem um grau de envolvimento real nos problemas do cliente, já que as relações Consultor – Cliente se delinearão de uma ou outra forma e ele está apto no processo a ser trabalhado.
A indústria de consultoria vem crescendo a taxas robustas. Na década de 90, as grandes empresas de consultoria expandiram e consolidaram suas atividades em todo o mundo. Por outro lado, as empresas de consultoria e os consultores vêm sendo alvos de críticas. A divulgação em jornais e revistas de negócios, em livros escritos por jornalistas. A consultoria é hoje uma atividade dinâmica, numa indústria dinâmica, lidando com serviços abstratos, prestando serviços para empresas em transformação e freqüentemente com sérios problemas a serem enfrentados. Adicionalmente, a consultoria vem experimentando taxas elevadas de crescimento, precisando adaptar-se a mudanças no ambiente de negócios, no perfil dos clientes, na natureza do serviço, e na tecnologia empregada. Este contexto naturalmente coloca grandes desafios para as empresas e profissionais.
Diversos autores e representantes de consultoria indicam a consultoria por ser uma forte tendência no mercado, assumir um papel de multiplicadora do conhecimento e induzir o cliente e seus colaboradores a descobrirem suas próprias soluções para os problemas, não sendo mais o Consultor, o tutor do conhecimento, e sim estimulador. A adoção destes estilos irá ser determinada pela característica pessoal do consultor e pela situação vivenciada, destacando o Papel do Consultor como o Propulsor de Melhorias dentro da empresa.
No entanto, a qualidade de uma consultoria está intrinsecamente relacionada ao tempo em que é realizado o trabalho. As ações de uma consultoria normalmente voltam se para empresa como um todo, por consoante às pessoas envolvidas nos processos da empresa, recomendando a essas a adoção de novos processos, novas rotinas, novos valores, que só apresentam um expressivo resultado com a destinação de um maior tempo à sua implantação e acompanhamento, contagiando o maior número de pessoas possível, o qual assegurará a adoção destas mudanças. Contudo quando as ações são implantadas em um tempo curto, só serão implantadas mediante o poder legal da organização, seus lideres, todavia o tempo de manutenção desta mudança é algo duvidoso, visto que não é aceito por todos e não foi implantada com a conscientização e comprometimento de seus colaboradores. Constituindo-se, então, o tempo como uma estratégia de auto-sustentação ao processo de mudança organizacional, geralmente implantado pelas consultorias.
Mas no âmbito nacional, será que vale a pena ser Consultor? Nunca foi tão difícil vender serviços de consultoria, em decorrência dos muitos consultores, principalmente aqueles que antes ocupavam cargos gerenciais em grandes empresas, onde eram compradores de serviços de consultoria, se esquecem que, ao saírem da empresa, terão de assumir o papel de vendedores, numa situação bem diferente e que exige características, competências e habilidades bastante novas em relação à situação anterior. Além disto, muitos desempregados se dão o nome de Consultores para, temporariamente, exercerem este papel e ostentarem este título. Muitos sentem do status que tinha anteriormente, que lhe dava uma referência.
Afinal, antes eram o “fulano da empresa tal”, agora não são mais. E não conseguem viver sem uma “identidade profissional” mas ao surgir a primeira oportunidade de um emprego estável, seguro (se ainda existe um!), não rejeitam e correm para um abrigo seguro, estes são os consultores ocasionais. E no mercado atual, de concorrência feroz, com recessão de serviços e de luta pela sobrevivência, Consultores terão que manter posturas éticas firmes em relação aos seus colegas e em relação aos trabalhos que poderão executar para as Empresas.
Tornar-se um consultor é fácil, difícil é viver de consultoria. O Consultor é o novo perfil profissional criado pelo mercado. No Pará esta atividade começa a ter maior representatividade, e está a caminho da profissionalização e ser consultor requer competência! Competência técnica e social!
Sua manutenção e crescimento no mercado estão intrinsecamente relacionados a sua capacidade de transformação própria e da realidade que o circunda e assimilação e seleção de informações, existindo momentos no qual deverá desprender-se de seus velhos ensinamentos, outros, não tão velhos, que irão impedi-lo de crescer e alçar novos vôos. Sem, contudo, abandonar a ética e o senso de humanidade.
Esta carreira é extremamente desafiadora e estimulante para o ser humano. Desafiadora por vivenciar situações que iram requer mais do que o consultor possui e essa carência deverá ser suprida em tempo hábil e estrategicamente, sem interferir na relação de confiança do cliente no trabalho que está sendo realizado ou vai ser realizado pelo consultor. Estimulante por excitar o consultor, a gerar soluções, e ele é pago para boneca01.pnggerar soluções, mas é sabido também que ele não é um super-homem, alguém que tem todas as respostas. Ele certamente se empenha em obtê-las, porém nem sempre as encontra. Aprender a lidar com o erro, com seus limites é a arte de ser consultor, com todo o poder desta palavra.
O Consultor deve buscar novas formas de visão do mundo, deve abrir novas alternativas às sugeridas pelos próprios clientes, deve facilitar escolhas não antes vislumbradas, deve agregar valor ao seu trabalho e ao negócio da Empresa/cliente. Decidir utilizá-lo é opção da empresa. Decidir sê-lo é uma decisão do profissional, decisão esta que deve ser pensada, planejada e implementada como um projeto de vida. Por isso, ser Consultor é mais que uma profissão, é uma opção de vida.

Programa SENAI de Ações Inclusivas

lilika1000 06/04/2008 @ 08:29

psai.jpgBrilhantemente, O SENAI vem atuando de forma exemplar com o Programa SENAI de Ações Inclusivas, para que todos possam ter oportunidades de entrar no mercado de trabalho e de crescer socialmente. Além de tudo, auxilia a Indústria cumprir a lei de cotas estabelecida pelo Governo Federal.
Este programa é nacional e atua em duas vertentes, a vertente PNE - Inclusão de Pessoas com Necessidades Educativas Especiais e a vertente REGI - Raça, Etnia e Gênero e Idosos.
Maiores iformações no site: www.senai.br/psai

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