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Categoria: Cultura

"IGUAIS?" Sim, iguais!!!

lilika1000 12/10/2009 @ 05:06

qzmh-15p-1.jpgOutro dia, recebí um comentário nada mais nada menos que desagradável e aproveito meu blog para expressar total repúdio a esse tipo de comentário a latinos na europa. Cheguei cansada de uma larga e cansada viagem, e escuteiu por um acaso o final de uma conversa que eu era mais uma sudaka... igual a todos dalí...O CÚMULO!!!

Pra quem não sabe, sudakas são como os europeus chamam os latinos americanos por aqui, principalmente na Espanha, país totalmente racista e com pouco crédito internacional, além de ter uma das piores economias da europa.

Não é necessário expor aqui o que todos já sabem sobre tal tema. Esse tipo de comentário que eu levei na esportiva e fiz de conta que não era para mim me fez refletir muito... Eu, como todos de meu país, tenho total orgulho de ser sul americana, e principalmente de ser brasileira. Eu crítico e aceito críticas quando merecemos. Sou feliz e trabalho com dignidade e com muita honra. Sou cidadã de um grande país, uma grande pátria a qual em nada perde para os grandes países do mundo, nem pra europa, nem continente algum.. mas deixo claro o meu respeito a todos os povos e raças, ainda que falta muito para que muitos aprendam que isso nada mais é que pura ignorância!!

Elinete Ribeiro

*P A L Í N D R O M O S*

lilika1000 18/08/2009 @ 00:12
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Um palíndromo, como devem saber, é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos - normalmente, da esquerda para a direita ou ao contrário, da direita para a esquerda. Exemplos: OVO, OSSO, RADAR.
O mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja
tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do
conhecido SOCORRAM-ME, SUBI NO ÓNIBUS EM MARROCOS. Diante do interesse pelo assunto, (confessa, tu leste a frase de trás pra
frente) tomei a liberdade de selecionar alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões.
Um abraço e boa leitura de trás pra frente.

 

 

ANOTARAM A DATA DA MARATONA

ASSIM A AIA IA A MISSA

A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA

A DROGA DA GORDA

A MALA NADA NA LAMA

A TORRE DA DERROTA

LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL

O CÉU SUECO

O GALO AMA O LAGO

O LOBO AMA O BOLO

O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO

RIR, O BREVE VERBO RIR

SAIRAM O TIO E OITO MARIAS

ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ

'Madame Bovary'

lilika1000 17/04/2009 @ 12:10
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Aos amantes da arte uma dica, o Museu de Belas Artes de Rouen, na França, está  com uma página dedicada ao rascunho e o manuscrito de "Madame Bovary", célebre romance de Gustave Flaubert que é considerada por alguns autores como a primeira obra da literatura realista e é um dos livros mais lidos no mundo! Está disponível aos internautas comuns...

Foi um romance que ao ser publicado em 1817,  foi um escândalo e o autor foi julgado. Ele foi levado aos tribunais(Onde utilizou a famosa frase "Emma Bovary c'est moi" (Emma Bovary sou eu) para se defender das acusações) acusado de ofensa à moral e à religiao. Esse processo também foi Laurent Pichat, diretor da revista Revue de Paris, em que a história foi publicada pela primeira vez, em episódios e com alguns pequenos cortes.

Só que está em francês!

LIVRO: Flaubert,Gustave Madame Bovary, 2ª Edição, Publicações Europa-América IBSN 972-1-01334-X

Responsável  pela digitação:Danielle Girard

Link:  http://bovary.univ-rouen.fr/

Elinete

Qual é o sexo do seu cérebro?

lilika1000 26/03/2009 @ 09:08

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Achei que seria últil postar essa matéria da revista Época. Segundo a mesma, as diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais.

Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”.

Para fazer o teste, entre no site da revista:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI65446-15224,00-QUAL+E+O+SEXO+DO+SEU+CEREBRO.html

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by  Eli 1000

Biblioteca Pública

lilika1000 23/03/2009 @ 08:07

relad1.gifEstá certo que livros impressos, é muito útil e muitas vezes supera qualquer outro tipo de leitura, mas hoje em dia, juntar livros e mais livros é pouco prático se você tem pouco espaço ou requer praticidade.
Se você curte clássicos,te recomendo um site público nacional onde podemos pesquisar, ler e baixar arquivos.

Outras coisas interessantes deste link é que há grandes acervo de:

-Machado de Assis: obra completa
-Plano de Desenvolvimento da Educação
-Música Erudita Brasileira
-Obras Machado de Assis
-Shakespeare em português
-Vídeo Paulo Freire Contemporâneo
-Poesia de Fernando Pessoa
-Literatura Infantil em português
-A Divina Comédia em português
-Publicações sobre educação
-Obras de Joaquim Nabuco
-Hinos brasileiros (coral e instrumental)

Basta apenas se cadastrar.

http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

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Aprendizagem Virtual

lilika1000 03/12/2008 @ 01:50

elivirtual.jpgQuero falar agora das novas tecnologias da informação e das comunicações
que permitem a criação de um novo espaço para a social-virtual
interrelações humanas, neste novo cenário está sendo desenvolvido na área da educação, porque ele permite que novos processos de aprendizagem e de transferência de conhecimentos através de modernas redes de comunicação.
Praticamente passei dois de meus cursos principais na internet e isso me levou acrer, que além de se adaptar à escola, universidade e formação para o novo espaço social necessário para criar um novo sistema de ensino à distância e em rede, bem como novos cenários, ferramentas e métodos para os processos educacionais.
Por muitas razões, devemos repensar profundamente a organização das atividades educativas através de um novo sistema de educação no ambiente virtual.
O novo espaço tem uma estrutura social em si, que ele tem de se adaptar.
O espaço virtuais, o que ele chamava de aula sem paredes, cujo melhor expoente hoje é a Internet, não é pessoal, mas representacional, não é proximal, distal, mas não sincrônica, mas multicrónico, e não baseado em recintos com espaço interior , Nas fronteiras e no estrangeiro, mas depende da electrónica redes cujos nós de interação podem ser espalhados por vários países. Justamente por isso que é um novo espaço social, e não apenas metade da informação ou comunicação.
A sociedade da informação exige um novo tipo de alfabetização, ou melhor, a aquisição de novas competências e habilidades para atuar com competência no ciberespaço.
A hipótese de diferentes ambientes envolve o surgimento de uma nova esfera social em que é necessário para mover e agir. Daí a necessidade, levantaram novos desafios educativos. Bom passeio virtual!!!!

Elinete Ribeiro

A Linguagem que nos identifica

lilika1000 03/12/2008 @ 01:42

linguagem.jpg
Esse artigo, está baseado em quatro livros que lí (TUDO E LINGUAGEM - DOLTO, FRANÇOISE ,Adilson Citelli - Linguagem e Persuasão e Argumentação e Linguagem de INGEDORE GRUNFELD VILLACA KOCH).

Nas leituras, o que aprendemos ao longo do tempo, que quando nascemos,vamos nos moldando pouco a pouco, dentro da cultura familiar,do poder, do idioma, sexo, raça, etnia, classe, cultura, língua, idade, sexo e das exigências que a sociedade impoe.Assim, tentando nos encontrar, vamos percebendo as mensagens de valoraçao de uma identidade que pensamos que somos, que as pessoas veem como somos e que fazemos.
Mas nessa transiçao, frizo aquí o processo da linguagem que liga o passado ao presente e automaticamente ao futuro, como um símbolo de códigos partilhados entre os povos.
Lembro que a língua nao é apenas um dos métodos de comunicaçao, como também um vínculo de identidade que moldamos.
O conceito de que os oradores nao podem mudá-la e de que é um inventário, pode ser modificado dentro dos parâmetros dos sistemas dos oradores capazes de gerar e formar opinioes num domínio linguistico.
Isso quer dizer que,a lingua nao é acabável, ou inalterável. Devemos ser promotores e formadores de linguagem, dentro da nossa comunidade, de forma clara, com motivos que nos identifique.
Todos tendem a ultrapassar fronteiras. No caso da língua,a globalização acentuada pela Internet, temos adquirido perdas de uma identidade que a cultura interna nos deu, com relaçao aos termos, conceitos, hábitos adquiridos, ainda mais com os da língua inglesa que é icone mundial, tornando os outros idiomas em coadjunvantes na maioria das páginas e sites de todo o mundo.
Hoje em dia é muito difícil estabelecer fronteiras linguísticas. Ela já é complicada para definir limites territoriais, o que, em alguns casos, são mais virtual geográfica.
Para efeitos da comunicação internacional, o espanhol é a segunda do mundo depois de Inglês linguísticos. Mas muitos oradores foram colocados após a quarta Mandarim (falado por 1.000 milhões de pessoas na China), Inglês (500 milhões) e hindi (480 milhões de hindus). Hoje, muitos escolhem o idioma espanhol como segunda língua. Em alguns casos é moda, como por exemplo na Argentina, para que o país seja beneficiado economicamente e na Espanha,para a qualidade da educação. Entao, para manter e aumentar o número de falantes, no entanto, não é suficiente para garantir a preservação da identidade cultural, em que língua transporta, mas o meio de cómo ela é usada. Cito a música por exemplo, que preserva a liberdade do pensamento de uma maneira particular que todos entendem, mesmo sem saber o idioma.
E o português? No meu ponto de vista, não devemos cair na ultra-puristas, isolando-nos sem o intercâmbio em diversas esferas da vida,mas o idioma que herdamos da mãe gentil, o país deve identificarse na partilha de valores, comunidade, casa, vida, desenvolvimento e objetivos, para que alcancemos o mundo também!

Elinete Ribeiro
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O HOMEM DO BALÃO EXTRAVAGANTE

lilika1000 06/11/2008 @ 00:11

dvd_15738.jpgAtento neste documentário, principlamente osparaenses. Com honra participei deste trabalho, e aproveito pra deixar meu agradecimento ao Diretor Horácio Higushi.
Já na segunda metade do século XIX, o balão aerostático continuava a seguir, invariavelmente, aonde os ventos o levassem. Várias experiências haviam sido feitas tentando controlar a direção do vôo. Mudou-se a sua forma de esférica para cilíndrica, à semelhança de um charuto ou um fuso; instalaram-se-lhe aletas e lemes; guarneceram-no com bizarros sistemas de propulsão que se valiam do esforço humano - sempre com resultados insignificantes. Havia qualquer coisa que impedia a dirigibilidade dos balões, algo que limitava a liberdade de deslocamento do homem frente aos ventos.

Filho de uma família modesta, Júlio Cezar Ribeiro de Souza nasceu em 1843, no município de Acará – PA. Fascinado pelo balão de observação que viu ao servir na Guerra do Paraguai, Júlio Cezar tenta imaginar um meio de libertar os balões da dependência das correntes de ar. Com base em suas observações do vôo das aves, concebe um balão original de invólucro assimétrico, um pouco arredondado e mais largo na metade anterior, ligeiramente afilado atrás. Grandes asas triangulares e uma cauda horizontal, presas a uma vara longitudinal suspensa do invólucro, por cima da barquinha, confeririam-lhe a capacidade de sustentação no ar e de direção de vôo.

Júlio Cezar faz vários modelos de teste e apresenta suas teorias sobre a navegação aérea no Instituto Politécnico, no Rio de Janeiro, capital do Império. Poucos dos engenheiros presentes o levam a sério, pois ele não passa de um autodidata sem formação acadêmica, e além disso vem da Amazônia, onde não vive ninguém que tivesse alguma importância. Mas ele é persistente, até obstinado, e finalmente consegue obter, com as bênçãos do Imperador, fundos para ir à França e lá encomendar a confecção de um balão segundo suas especificações.

Outubro de 1881: em Paris, ele faz conferências e tira patentes de seu "Sistema Júlio Cezar". Encomenda ao fabricante Henri Lachambre um balão alongado de dez metros, batizado "Victoria", homenagem à esposa: é um protótipo não tripulado, que serve para demonstrar ao público a manobrabilidade de um invólucro assimétrico inflado de hidrogênio. Testes em Paris, em Belém e no Rio são bem sucedidos. Entusiasmado, encomenda a Lachambre um outro balão, desta vez um gigante tripulado de 52 metros, o "Santa Maria de Belém".

Após inúmeras dificuldades, financeiras e outras, Júlio Cezar marca a primeira ascensão do "Santa Maria" para 12 de julho de 1884. Uma multidão comparece, mas problemas técnicos causam o fracasso do experimento: o balão não consegue ser completamente inflado. Menos de seis meses depois, os franceses Renard e Krebs anunciam o êxito do "La France", o primeiro balão efetivamente dirigível. O inventor paraense escreve um "Protesto Universal", afirmando que o balão deles é uma cópia de seu modelo assimétrico.

Mas o inventor não é ouvido em suas reivindicações. Chega a fazer testes exitosos em Manaus com um terceiro balão, outro protótipo sem piloto, e só. Júlio Cezar Ribeiro de Souza morre de beribéri a 14 de outubro de 1887 em Belém, deixando inacabado o manuscrito "Fiat Lux". Se ele de fato nunca conseguiu voar, suas idéias e princípios sobreviveram nas formas dos grandes dirigíveis da alvorada da aviação.

O Documentário - O material iconográfico existente sobre Júlio Cezar Ribeiro de Souza resume-se a dois retratos e a foto do balão "Santa Maria de Belém" sendo inflado na Praça da Sé, na capital paraense. Sendo assim, o documentário lançou mão de vários recursos para contar a história do biografado. Foram realizadas entrevistas em Belém, no Rio de Janeiro e em Paris com especialistas na figura do visionário paraense, em aviação antiga e aerostação, na História da Ciência no II Reinado e em outros assuntos. Mobilizaram-se vários arquivos públicos e privados que disponibilizassem imagens da época retratada (primeira metade da década de 1880). Fizeram-se reconstituições de época para ilustrar algumas passagens. E os modelos de balões do inventor foram todos visualizados através de computação gráfica. O filme não se detém, porém, no fato de Júlio Cezar não ter conseguido o seu intento: arrisca ainda uma situação conjectural em que, superadas as dificuldades, o sonho do paraense - e de toda a humanidade - teria se concretizado.A opinião dos vários peritos não encontrou unanimidade em vários tópicos, e essa diversidade contribuiu para se ter um panorama amplo do homem e de sua época. Júlio Cezar emerge como um inventor autodidata do século XIX que, embora isolado geografica e economicamente, e enfrentando enormes dificuldades, conseguiu oferecer uma contribuição expressiva à ciência da aeronáutica, o primeiro de uma série de ilustres brasileiros do século XIX que tentaram superar o problema de voar livremente e tiveram reconhecimento internacional, série essa que culminaria com as façanhas de Alberto Santos-Dumont.

Ficha Técnica
Roteiro e direção: Horácio Higuchi.
Imagens: Adalberto Júnior.
Imagens Unidade Rio de Janeiro: Márcio Bredariol.
Assistente de operador Rio de Janeiro: Paulo Munhoz.
Assistente de direção: Elinete Ribeiro.
Efeitos visuais digitais: Nonato Moreira.
Consultor técnico: Luís Carlos Bassalo Crispino.
Produtora: Priscilla Brasil.
Produtor executivo: Emanoel Freitas