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Categoria: Profissional

O poder do silêncio

lilika1000 13/10/2009 @ 01:16

 
3598f7d93314123113e.jpgTão importante quanto falar na hora certa é calar na hora certa.

O silêncio tem muitas vezes um poder inimaginável diante das circunstâncias e a grande questão é saber: “Quando este tem de se fazer presente?”.

A resposta só pode ser baseada na observação e no entendimento da circunstância. Falar ou calar é uma escolha que somente você, após entender o que se passa ao seu redor e com as pessoas que estão envolvidas, pode definir qual a melhor alternativa.

Nunca confundir com omissão. Se omitir é deliberadamente não trazer a tona informações, posicionamentos e “fazer de conta” que você não faz parte de nada.

Calar na hora certa é identificar que o silêncio para o momento, traz mais resultados a todos do que a evidente exposição dos fatos.

Não por omissão, mas por compreensão de que todos os envolvidos terão o seu momento de reflexão e você trará novamente a luz os fatos e as circunstâncias, que deixam o que acontece à mostra novamente.

No mundo dos negócios, o silêncio é, além de poderoso, uma virtude, quando se entende o que é saber calar.

Nunca ser leviano, saber levantar os fatos, e principalmente se posicionar com argumentação de verdade (não àquela que enaltece o próprio ego), são fortes pontos a serem considerados para que se exerça o poder do silêncio.

Silenciar é uma atitude que se pratica no dia-a-dia.

Para entender como este processo funciona, você pode começar fazendo as seguintes perguntas quando for se posicionar:

* Estou a par de todas as circunstâncias?
* Entendo os impactos do que está acontecendo?
* Tenho todas as informações do processo?
* Se vou criticar, tenho uma sugestão de melhoria?
* Quero fazer funcionar?

Se você responder a estas questões, você saberá o que fazer.

Sempre pense e faça o melhor para todos. Inclusive saber calar.

dados do site baguete

Quem conta um conto, aumenta um ponto

lilika1000 19/09/2009 @ 08:06

qzmh-151-1.jpgAproveito esse espaço, para publicar um artigo de Marília Cardoso, jornalista, pós-graduanda em comunicação empresarial e fundadora da InformaMídia Comunicação.

A fofoca no ambiente de trabalho, a famosa rádio cipó...

É uma suspeita de que a secretária está saindo com o chefe, que fulano
será demitido, que há desvio de verba na empresa e tantas outras
histórias malignas muitas vezes sem fundamento algum.

Casos como esses provocam situações constrangedoras, humilhações e
preconceitos. E engana-se quem pensa que fofoca é coisa apenas de mulher. Os homens estão cada vez mais interessados em comentar sobre a vida alheia. É um verdadeiro telefone sem fio onde cada um se sente no direito de incluir suas impressões pessoais sobre o fato em questão.
Não se sabe exatamente como, quando e muito menos quem começa uma fofoca, a única coisa que sabemos é que ela se prolifera a uma velocidade inimaginável e que está sujeita a uma série de acréscimos de
informações não checadas. E em poucos minutos ela pode provocar estragos gigantescos.

Além de diminuir a produtividade dos funcionários, os boatos comprometem significativamente a qualidade da convivência e o ambiente de trabalho. Cada um passa a ver o outro com certa desconfiança e o clima de incertezas fica instaurado, fazendo com que todos temam ser a próxima vítima das rodas de bate-papo.

Infelizmente a situação é bastante comum, porém não deve ser tratada
com naturalidade, como se fosse algo corriqueiro e inevitável. A fofoca no
ambiente empresarial precisa ser combatida e não simplesmente aceita como algo inerente ao convívio social.

Vale ressaltar que os boatos estão mais presentes nas companhias que dão pouca importância à comunicação. Todo ser humano tem necessidade de se comunicar e conviver em equipe, mas quando isso acontece de forma desordenada surge espaço para as fofocas.
Inúmeras empresas de renome já passaram por situações complicadíssimas devido a esse fenômeno que os comunicadores denominam de rádio peão.
Entretanto, este ruído na comunicação não é um problema dos
funcionários e sim da empresa. É a prova real de que algo não vai bem. É
uma conseqüência da ausência ou do mau funcionamento de um sistema
integrado de comunicação.

Para evitar esses problemas só há um jeito: prevenir. Para isso, nada
melhor que a criação de um ambiente saudável de trabalho, onde a
comunicação, a ética e a transparência sejam elementos do cotidiano da
empresa.

A instituição precisa criar canais efetivose adequados à realidade de
seus funcionários, mostrando que ali há espaço para a exposição de
opiniões, ideias, sugestões e até mesmo reclamações. A criação de uma
cultura de comunicação organizacional pode levar um certo tempo, mas os
resultados são muito compensadores.

A medida pode não erradicar completamente o problema, mas certamente irá diminuir o impacto dos boatos. Se uma fofoca surgir num local onde haja abertura e liberdade para que a informação seja checada, dificilmente ela terá prosseguimento sem uma versão oficial. No final, todos saem ganhando.

Perfil no trabalho: Qual é o seu?

lilika1000 04/09/2009 @ 05:28

O estudo Segmentação Atitudinal de Funcionários, desenvolvido pelo GFK (pesquisa de mercado), entrevistou mais de 2.000 empresas de grande porte do Brasil, para chegar aos perfis abaixo:

qzmh-13v-1.jpgO ambicioso busca ascensão na carreira, gosta de se exibir e se preocupa com a imagem. Esse profissional não tem apego à empresa nem ao cargo. Se a concorrência oferecer mais, ele aceita. Apesar disso, é um profissional essencial a qualquer equipe, porque tem muitas ideias, é altamente produtivo e adora bater metas. O gestor que quiser motivar um ambicioso deve valorizar suas conquistas com programas de bonificação e premiação interna.   Uma sugestão é parabenizá-lo verbal e publicamente por suas conquistas. Se você é do tipo ambicioso, a dica é buscar empresas que valorizem ideias inovadoras, promovam a competição interna e saibam premiar quem atinge as metas. Você vai se sentir valorizado e entregar mais resultados, até que uma nova proposta apareça e você corra atrás de um desafio mais interessante.

O acomodado  tem de cinco a dez anos de casa, está adaptado à loira-ambiciosa.jpgempresa e à sua função. Não é necessariamente desmotivado ou folgado, apenas não tem grandes expectativas de crescimento. “O acomodado gosta do que faz e é fiel à empresa”, diz Mario Mattos, diretor de marketing da GFK. Esse tipo se divide em dois subgrupos: os resolvidos e os frustrados. O resolvido é homem, chefe de família e tem muito tempo de empresa. Mais maduro, preocupa-se com a saúde e gosta de trabalhar. A empresa gosta da fidelidade desse profissional, o que o valoriza. Já o acomodado frustrado costuma ser jovem e ter baixa escolaridade. Em muitos casos, está desmotivado e requer atenção do gestor para não prejudicar o desempenho da equipe. O chefe que quiser motivar um acomodado precisa tirá-lo da zona de conforto, oferecendo mudanças de área ou metas desafiadoras. “Acompanhe esse profissional de perto e instigue-o”

Cimento Social é aquele que une as pessoas. O cimento social atua corretores_assoc.jpgcomo integrador de colegas e de equipes. Ele ajuda os recém-chegados a serem aceitos no grupo, organiza os encontros extraoficiais, como happy hours e aniversários, e é o arroz de festa das atividades comemorativas da empresa. “Esses profissionais são importantes porque quebram as barreiras entre os departamentos e diluem tensões entre as áreas”, diz Mario, da GFK. Eles têm conhecidos e amigos em todos os cantos da empresa. O gestor que quiser motivar um cimento social pode pedir a ajuda desse profissional para desenvolver, organizar e divulgar os eventos da empresa. “Uma pessoa de perfil cimento social deve ser indicada a líder dos programas de responsabilidade social da empresa, ou do grupo de qualidade de vida”. “Esse profissional pode ser um bom parceiro do RH ou da área de eventos, por exemplo.” Se você é do tipo cimento social, use e abuse da sua capacidade de comunicação para construir uma boa rede de relacionamentos e fique atento às oportunidades que surgem além da sua área. Tarefa simples para você.

Elinete

Etiqueta global - Prepare-se para ser um executivo do mundo

lilika1000 28/08/2009 @ 04:46

mulher_13.gifAs empresas brasileiras, por causa do desempenho econômico do país, estão atraindo olhares — e visitantes — estrangeiros. Com tantas culturas diferentes, a maneira como você se comporta pode ser decisiva na hora de fechar aquele contrato de venda ou conseguir um emprego novo. "As principais gafes dos brasileiros no contato com executivos de outros países são os atrasos", diz a consultora de imagem Renata Mello. O hábito de tocar nas pessoas e o de interromper enquanto o outro fala também podem causar problemas. “Nas viagens ao exterior deixe o anfitrião ditar as regras, evite comandar ou dar sugestões. O ideal é observar e só se pronunciar se for questionado”, diz a consultora. Veja algumas dicas para não atropelar a cultura de outro país e se dar bem em reuniões globalizadas.

NO TRABALHO
> Conversar tocando no seu interlocutor ou muito perto dele normalmente
constrange os estrangeiros. Melhor é ser cordial, mas manter distância.
> Não force uma intimidade logo de cara, perguntando sobre família e gostos
pessoais para um árabe. Isso é falta de educação.
> Na Rússia, a conversa sobre assuntos particulares é uma forma que os russos mantêm para conquistar a confiança e o respeito do convidado.
> Não se impressione se, durante uma reunião, os japoneses fecharem os
olhos por alguns segundos. “Eles estão apenas fazendo um power nap, uma forma de se refazer e voltar a prestar atenção”, diz Paula Caíres, líder de desenvolvimento humano da Serasa Experian, que trabalhou para a Toyota na Bélgica.
> Carlo Calabro, gerente da consultoria BCG em São Paulo, trabalhou no escritório da empresa em Paris e vê as diferenças. “Aqui, as pessoas apreciam se você concorda e cria consenso durante uma reunião. Na França, ninguém notará sua presença se você não discordar.”
> Depois de um ano na Inglaterra, Fabio Oliveira, gerente da Business School
São Paulo, chama a atenção para o gosto por objetividade. “É necessário
ser assertivo nas explicações. Barganhar não é bem visto em um primeiro
encontro na Inglaterra.”

CUMPRIMENTOS
> O aperto de mão é o cumprimento profissional internacional. Porém, muitos
países ainda mantêm seu próprio jeito de cumprimentar as pessoas, que muitas vezes não é feito de forma calorosa como aqui no Brasil. Portanto, observe primeiro e apenas repita o gesto de seu interlocutor, em vez de chegar dando beijinhos.

CARTÃO DE VISITAS
> Conforme a etiqueta asiática, tudo o que se oferece e recebe deve ser feito
com as duas mãos, inclusive a troca de cartões.
> No Japão, o cartão de visita é “considerado parte da identidade do seu
dono”, segundo o livro Linguagem do Corpo no Trabalho, de Peter Clayton e
Regina Sotto Maior. Por isso, ao recebê- lo, leia com atenção e coloque-o em
cima da mesa. Ao fim da reunião, procure guardá-lo dentro da carteira.

ÁLCOOL
> Para os franceses, recusar uma taça de vinho durante um almoço de negócios é um desrespeito.
> Na Rússia, reuniões regadas a álcool são normais. O especialista em fusões
e aquisições Roberto Aldworth lembra que quando trabalhava para a AmBev esteve no país e precisou “matar” uma dose de vodca antes da negociação, às 9h da manhã. “Durante quatro horas, tínhamos que brindar várias vezes e um assessor sempre enchia os copos”, conta.

PRESENTES
> É normal que os japoneses mais tradicionais recusem três vezes um presente
antes de aceitá-lo. Se for receber um, não abra diante de todos. Quem dá a lembrança não pode correr o risco de não ter agradado na frente dos outros.
> No mundo árabe, presentear a sós pode ser considerado suborno. Melhor
fazê-lo na presença dos demais.

dados revista VOCÊ S/A

Sustentabilidade - melhor frase...

lilika1000 22/08/2009 @ 01:03

 

"Todo mundo  'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos  filhos...  Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Trabalhar desde casa é produtivo!

lilika1000 04/08/2009 @ 04:20

qzmh-14v-1.jpgSegundo estimativas , o número de profissionais trabalhando desde casa cresce 10% ao ano. O trabalho remoto é uma alternativa cada vez mais procurada por quem não tem a obrigatoriedade de estar no escritório, como por exemplo mães de recém-nascidos ou autônomos, assim como também para quem não quer ter um custo fixo. A Você/SA, fez um levantamento e notificou alguns ítens que  apontam tais justificativas. Além de produtividade, trabalhar desde casa pode trazer outros benefícios. Vejamos: 

1 - Família, família, negócios à parte
Quem opta pelo home office tem de conscientizar a família de que não está disponível durante o expediente. No início, Carlos, da Genzyme, fez questão de que até a esposa usasse o telefone para falar com ele. A estratégia de Moacyr Queirolo Filho, gerente de relacionamento comercial da Research In Motion (RIM), fabricante do Black- Berry, para educar os dois filhos foi usar um boné da empresa para indicar que estava trabalhando. “Quando eu tirava o boné eles pulavam em mim.”

2 - Delimite seu espaço de trabalho
“Se a pessoa não tem um espaço para fazer o escritório, orientamos que delimite um lugar e avise à família que aquele é seu canto de trabalho”, diz Fabio Filho, gerente de desenvolvimento de negócios para a América Latina da Canonical, distribuidora do sistema operacional Ubuntu, com mais de 80% do pessoal trabalhando em casa. “Se for necessário dividir o espaço, estipule horários e evite que o escritório esteja próximo a distrações como home theater”, diz Eliana Tameirão, diretora de relações corporativas da Genzyme, que trabalha em home office há dois anos, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

3 – Organize seus e-mails
“Quem trabalha com tecnologia pode receber até 1 000 e-mails por dia. O que eu faço é marcar as mensagens com cores diferentes (particulares, colegas, diretorias nacional e internacional).
Assim fica fácil de selecionar e priorizar a leitura”, diz Fabio Filho, que afirma ser necessário ter um “espírito empreendedor” para conseguir trabalhar remotamente.

4 - Use a tecnologia a seu favor
O essencial para quem trabalha em casa é dispor de serviço de internet de banda larga e de uma rede de telefonia eficiente. Ambos os serviços, internet e e-mail, mantêm em sintonia uma equipe que não divide o mesmo espaço. Impressora, scanner, celular, smartphone e até mesmo uma linha de telefone fixo exclusiva para usar durante o período de trabalho ajudam a separar a vida pessoal da profissional.

5 - Não leve o estresse do trabalho para casa
Já que você não terá de se deslocar até o escritório, aproveite as horas a mais dormindo ou acordando mais cedo para fazer exercícios, ler jornal ou conversar com a família. “O profissional pode, às vezes, ‘mover’ seu escritório para o restaurante de um shopping, para arejar a cabeça ou dar umas ‘férias’ para as pessoas da casa”, diz Moacyr, gerente da ResearchIn Motion.

6 - Crie uma rotina diária
A flexibilidade de horário é uma faca de dois gumes, diz Moacyr Queirolo Filho, gerente de relacionamento comercial da Research In Motion (RIM), fabricante do BlackBerry: “A vantagem
é que você pode conciliar sua atividade profissional com a vida pessoal. A desvantagem é o profissional começar a trabalhar às 7h e ir até as 22h, sem fazer pausas”. A solução é estipular uma rotina diária, com horário para começar e encerrar o expediente. Moacyr aconselha ainda que o profissional vista algo confortável, porém “não vinculado ao descanso”. Ou seja, nada de pijama.

Elinete

AS Melhores Secretarias Executivas do mundo são as BRASILEIRAS

lilika1000 30/07/2009 @ 01:54

qzmh-11m-1.jpgSegundo o jornal inglês "The Guardian", as secretárias executivas mais bem treinadas do mundo são as brasileiras.

"A legislação brasileira exige que as secretárias sejam registradas em uma agência governamental, e, desde 1985, o título de "secretária" só pode ser obtido após um curso universitário de quatro anos de duração".

O jornal comenta que o júri do concurso "Secretary of the Year", que acaba de se realizar na Inglaterra, ainda adota o nome "secretária/o", quando a América, Europa, Austrália, Nova Zelândia e alguns países do Extremo-Oriente preferem "profissionais administrativos" ou "assistentes de gerência", ou simplesmente "admins", no caso dos EUA.

Porém, o Brasil, é país mais avançado do mundo em termos de secretárias(os) executiva(os), e o júri do prêmio optou pelo título tradicional.

MATÉRIA:
- Desde novembro, a American "admins" terá um novo certificado, o Certified Professional Administrativo. O exame deverá incluir secções sobre finanças e direito comercial, escritório e avançados sistemas de administração, gestão e planejamento organizacional....(...)

(...)A mais divertida discussão sobre o reconhecimento das competências veio no ano passado, quando NALS, o americano jurídica secretários' Association, uma Tagline adicionado ao seu nome, ler "A Associação de Profissionais Jurídicos". Advogados opôs, mas NALS presidente Connie Maslowski reagiu energicamente. "Nós somos os qualificados autoridades na nossa profissão escolhida, e estamos proficiente, aprendeu, capaz, competente e eficaz. O termo" profissionais "se aplica a todos aqueles que sabem o que é ética e viver por eles, realizar-se com dignidade e graça, quando um situação torna-se tensas, o respeito pelos direitos dos outros e compreender fragilidades, admirar e compreender fortes equipe, e faça o escritório em um lugar melhor. " Fazem os advogados calarem a boca!

O melhor do mundo-secretários são treinados no Brasil. Sempre que, por lei PAS têm de ser registados com uma agência do governo e, desde 1985, o título de "secretário executivo" só pode ser alcançado após quatro anos de um programa universitário, e treinamentos de capacidade executiva e gerencial e com o aprendizado de até 3 idiomas.(dados Federação Nacional de Secretarias Executivas -FENASSEC)    

Internacionalmente, a maior procura de um reforço da formação que tem vindo a suportar o peso do PAS, e assumir os postos de trabalho de todos aqueles que passarem. Esta é a razão pela qual o PAS tem chamado para promover a liderança os profissionais de secretariado executivo por serem muito competentes na média geral entre  outros profissionais, pois assumem várias funções, inclusive de consultoria e direção interina.

Elinete Ribeiro

Cuide de sua marca: você!

lilika1000 23/07/2009 @ 10:26

qzmh-11t-3.jpgA marca materializa-se em bens, mas sabemos que não é intangível. E só percebemos quando vemos o resultado financeiro por um determinado tempo. A marca é um bem ou serviço onde tudo deve estar em sintonia com o que é apresentado, que o identifique. Quando se faz um negócio, a primeira coisa que se vê é a marca. Isso não quer dizer que se deva investir caro para tal, mas o "único e exclusivo" tem importância, e nós o devemos ser!Somos gestores de nosso branding ao nos relacionar, ao nos vender em uma empresa ou amizade, aos valores etc... e cuidar de nós mesmos para que o corpo tenha a sintonia com a mente.

Pense que somos um produto comum, mas responsáveis em tranformár-nos em utilidade aos outros e principalmente a nós mesmos.

Elinete Ribeiro


Comunicação eficiente

lilika1000 13/07/2009 @ 07:05

711003.jpgRecebí um e-mail da Professora Ana Lúcia Queiroz (UNAMA), e compartilho com vocês, pois é super interessante!Abraços professora, e obrigada por seus e-mails que são sempre úteis!

O que você precisa saber para dar o seu recado no trabalho, sem ruídos!

 (Por RENATA AVEDIANI / Raul Junior)

Escolher as palavras certas e falar com clareza. Aprender a escutar e entender o que as outras pessoas dizem. Estar atento aos gestos, aos movimentos e às expressões que muitas vezes revelam mais sobre alguém do que as palavras. Essas atitudes formam a receita básica de uma comunicação eficiente, algo fundamental para quem pretende ter um bom desempenho no trabalho. “Quem tem mais domínio sobre todos estes aspectos consegue se comunicar melhor”, diz a fonoaudióloga Leny Kyrillos, professora doutora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), que atende executivos, jornalistas e atores. Como você pode acertar no discurso e dar seu recado no trabalho? Para começar, siga as regras básicas. Depois, veja o que funciona melhor para você e o seu interlocutor. “A comunicação depende do contexto e das características do orador e do público”, diz o professor Reinaldo Polito, autor do livro Como Falar Corretamente e Sem Inibições (Editora Saraiva), um dos ma iores especialistas do Brasil em comunicação.

Vá direto ao assunto

Para vender uma idéia ao chefe não é preciso contar todo o processo que o levou a formular a proposta. Concentre-se em dizer qual benefício sua sugestão produzirá. “Vá direto às conclusões e seja conciso. Saber priorizar informações é fundamental para ter relevância”, diz Normann Pedro Kestenbaum, autor do livro Obrigado pela Informação que Você Não Me Deu! (Editora Campus/Elsevier) e sócio da consultoria Baumon, de São Paulo, especializada em comunicação

Seja mais claro, por favor

Para fazer com que o ouvinte entenda exatamente o que você diz, fale a língua dele. Adapte e traduza seu discurso à faixa etária, formação, interesses e expectativas do ouvinte. Assegure-se de que ele gravou o recado. “Não adianta ter um discurso brilhante se ele não será lembrado depois de uma hora”, diz o consultor Normann Kestenbaum. Desconfie de termos difíceis, gírias, expressões vulgares, tecnicismos e jargões. Eles podem sabotar a mensagem. “Os líderes devem limpar ao máximo os ruídos da comunicação”, diz Leny Kyrillos, fonoaudióloga da PUC-SP.

Como escutar melhor

Saber escutar é um item primordial para uma comunicação eficiente. Avalie se você está aberto às mensagens que recebe — principalmente se você se acha incompreendido. “Quem fala demais e não dá espaço ao outro pode prejudicar o processo de comunicação”, diz Reinaldo Polito. Para aguçar a audição, as dicas são:

1) EVITE PREJULGAR. Espere até que a mensagem seja completada antes de formar sua opinião. Isso ajuda o entendimento.

2) GUARDE A INFORMAÇÃO. Para registrar a informação, só há um jeito: preste atenção. Se a sua memória não é boa, anote. Ou peça por escrito. Recordar o que foi conversado ajuda a retomar a comunicação a partir dos principais pontos. Isso é eficiência.

3) TENHA INTERESSE PELOS OUTROS. Admitir que os outros também têm boas idéias é um dos primeiros passos para escutar o que eles têm a dizer.

Exemplo: Maria Heloísa Morel, 37 anos, diretora de marketing do grupo de serviços online e consumo da Microsoft Brasil. Logo que entrou no Grupo Pão de Açúcar, em 2004, a engenheira Maria Heloísa Morel, hoje diretora de marketing de uma área da Microsoft, sentiu na pele a importância de ouvir o time. Na época, ela e a equipe estavam com uma grande carga de trabalho, o que resultava em muitas horas extras. As pessoas reclamavam do excesso, mas Maria Heloísa considerava a rotina tolerável, já que se tratava de uma situação passageira. “Achei que daria para aguentar”, diz. Percebeu que estava errada quando um integrante do time pediu demissão. “Deveria ter entendido o que estavam me dizendo”, diz a executiva. “Hoje, converso muito com a equipe sobre as demandas, para avaliar os impactos delas no dia-a-dia e poder negociar processos adequados a todos.”

4) ESCREVER NÃO É FALAR

Para ter sucesso na linguagem escrita, é preciso dominar vocabulário, gramática e construção das frases. O maior problema ocorre quando se tenta escrever da mesma forma que se fala. Nesse caso, o resultado pode ser um texto incompreensível. Para se expressar bem na linguagem escrita, além de praticar bastante:
• leia e releia suas mensagens antes de enviá- las, para encontrar e corrigir os erros;
• espere um pouco antes de enviá-las. Quanto mais tempo passar, mais fácil será ler de forma isenta e descobrir possíveis interpretações erradas;
• peça ajuda a terceiros para checar o entendimento e a clareza do texto.

Exemplo: Anderson Santos Pereira, 35 anos, gerente comercial da Nextel no Rio Grande do Sul. Quando o paulistano Anderson assumiu a gerência da unidade gaúcha da Nextel, em agosto de 2007, um dos seus maiores desafios foi alinhar a comunicação com o time. A equipe estava desmotivada por desconhecer as metas individuais. “As pessoas só conheciam os objetivos da unidade”, diz. Baseado nos planos da empresa, Anderson conversou individualmente com os 14 membros da equipe, ouviu o que cada um tinha a dizer, anotou sugestões, dividiu os clientes de acordo com o perfil de cada integrante do time e traçou objetivos claros para todos. “Com maior transparência, as pessoas compreenderam os rumos que a companhia queria tomar e o papel delas nisso.”

Mais que mil palavras

As informações que você emite com o rosto, os braços e o tom de voz causam mais impacto do que o conteúdo que está sendo passado. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, concluiu que 93% da eficácia da comunicação deve-se ao tom e à intensidade da voz, aos gestos e às expressões corporais. “A mensagem que prevalece é aquela transmitida pela comunicação não-verbal”, diz Leny, fonoaudióloga da PUC-SP.

Preste atenção:
Ao corpo: a forma como alguém gesticula sinaliza o que ele sente. Uma posição ereta, olhando as pessoas de frente e braços voltados para quem está falando dá a idéia de acessibilidade e entusiasmo. Cruzar os braços ou manter os ombros caídos podem causar o efeito contrário. O rosto e a boca também são agentes importantes de uma comunicação eficiente. Evite uma postura desleixada e os bocejos.
• A Voz: é um dos elementos mais importantes para passar a interpretação desejada. Contam o tom, o volume e a entonação. Não adianta, por exemplo, manter o tom grave - que gera a sensação de seriedade e firmeza — para motivar e entusiasmar o time. Prefira um tom mais leve e alegre. “O segredo é saber variar e combinar todos estes elementos para serem usados de acordo com a informação e a sensação que queira produzir nos outros”, diz Leny Kyrillos.

Tendências: Marketing Popular

lilika1000 06/06/2009 @ 03:01

Um dos trechos que lí num site especializado diz: Acabou a Era do discurso qzmh-12g-1.jpgquando o assunto é Marketing. “Não adianta fazer mais gracinha porque hoje os consumidores são capazes de criar seus próprios comerciais”...

Mas  será que o sistema de comunicaçao transmite a mensagem ou é só instantânea, de momento? Como será o relacionamento?

Muitos dispensam o profissional de mkt e o espírito empreendedor está mais ativo no século XXI no Brasil, afinal somo o país do empreendedorismo! Mas as tendências do mercado podem ser determinadas quando os consumidores tem a facilidade de comunicaçao com o produto ou serviço. Às vezes os consultores de MKT tem certos vícios, como o envio de propostas e mais propostas, e muitas vezes iguais a seus clientes. As pessoas já conhecem esse método que se confunde com blá blá blá...  nao somos assim! E pra provar, temos que levar em conta que eles entedem disso também.

Todo negócio que começa deve ter seu roadmapbreakthrough (plano), mas nem todos os profissionais sao capazes de acompanhar. São inúmeros os breakthroughs que mudaram completamente a posição de certas empresas em seus mercados, e muitos nao seguem os projetos executados por consultores, até mesmo porque muitos desses projetos podem durar anos, enquanto eles preferem a curto prazo. O que houve? Pode ter havido mudanças nos planos do cliente, e se a proposta foi enviada  equivocada, houve a falta de comunicaçao, e isso é sério. As mudanças nos produtos ou serviços vão de pequenas adaptações até mudanças completas de conceitos.

Realmente, os profissionais devem se posicionar ao envio de uma proposta, e até opinar "no popular", pois charlar tecnicamente, só vais atrapalhar a cabeça de muitos consumidores!!!

by Elinete Ribeiro