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Categoria: Profissional/Etiqueta

Treze formas de driblar coisas chatas que existem na internet

lilika1000 11/03/2010 @ 01:53

computador_300_gettyimages.jpgA internet é um ótimo meio para se comunicar e obter informações. Mas existem nela algumas coisas capazes de tirar até o mais tranquilo dos internautas do sério. Afinal, este é um mundo livre e que está longe de ser perfeito.

Temos que tomar cuidado com sites ou e-mails de phishing, que almejam roubar dados de nossa conta bancária ou cartão de crédito, e driblar a enxurrada de spams do Farmville do Facebook, diariamente.

Listamos aqui as 15 coisas mais irritantes da internet e damos sugestões de como contornar, corrigir, melhorar ou mesmo ignorar esses incômodos que nos aborrecem na grande rede.

Por que se registrar?
É impressionante o número de sites que podem rastrear as visitas e, mesmo que o usuário não faça qualquer tipo de asinatura, sempre emitem uma mensagem perguntando se não desejamos assinar a publicação para obter acesso ilimitado ao conteúdo publicado. Se você não é um visitante/leitor assíduo do site em questão, saiba que não vale a pena se registrar.

Que fazer: A maioria dos sites de notícias, como jornais diários, utiliza agregadores para ajudar a divulgar seus conteúdos e torná-los acháveis por meio dos motores de busca. Um exemplo disso é o Google Notícias. Caso algum site esteja bloqueando a notícia que você quer ler, tente localizá-la no Google Notícias. Outro caminho possível é colocar uma frase do texto desejado entre aspas em seu buscador preferido (sugerimos, nesse caso, usar mais de um) para tentar encontrar o assunto em outro site.

Excesso de redes sociais
Além de Twitter, Facebook e Orkut - além do novíssimo Google Buzz, há muitas outras redes sociais para acompanhar. Claro que é possível escolher usar uma preferida, mas isso faz com que você deixe de acompanhar amigos ou colegas de trabalho que usam outras redes.

Que fazer: Utilize um programa para agregar várias redes sociais em uma só interface, como o Meebo   ou Digsby . Você  não terá todas as funcionalidades de sua rede favorita, mas ao menos será possível ficar de olho nas atualizações de status com o mínimo de esforço.

Anúncios em vídeo
É possível notar como os sites utilizam cada vez vídeos como forma de vender espaço para propagandas. A parte irritante é que os vídeos são executados de modo automático, antes de lermos o que nos interessa.

Que fazer: Atualmente, a quase totalidade dos sites utiliza vídeos em formato Flash. Para lidar com tal situação, há um software chamado FlashMute , compatível com os browsers mais populares,  que pode resolver essa situação. Ele é instalado na bandeja do sistema e pode negar o acesso do Flash ao  recurso de áudio do seu hardware. Basta clicar no ícone para ativar e desativar sua execução. Uma ressalva: programas de antivírus podem emitir mensagem ao acessar a página de download do FlashMute. Mas o desenvolvedor explica o motivo: o FlashMute utiliza o mesmo método que alguns AdWares usam para se integrarem ao site; por isso o antivírus alerta o usuário. Mas fique tranquilo que ele não é um vírus.

Como se livrar do Farmville
Convites para usar o Farmville, convites para ler artigos que não nos interessa e outros anúncios se reproduzem como coelhos em nossa caixa de e-mail, tomando nosso tempo, nem que seja apenas para ficar apagando tais avisos.

Que fazer: Usuários do Firefox podem optar pelo Facebook Purity , um script que faz parte do add-on para navegadores chamado GreaseMonkey. Ele automatiza modos de questionário e outras aplicações que enviam avisos e convites da página do Facebook.

É imensa a quantidade de Phishing
Phishing é uma técnica usada por sites falsos ou por meio de links para eles que chegam por e-mails para capturar dados pessoais do usuário, como informações bancárias, CPF e senhas. E os ataques ao Twitter, Facebook, Hotmail, Gmail Talk e arquivos PDF da Adobe, estão dentro desses ataques.

Que fazer: Procure atentar para os endereços que você visita, assegurando-se de que eles representam exatamente aquilo que você deseja e não saia clicando em qualquer link que vir pela frente. E, também é possível manter sua privacidade, digamos, privada, mesmo fazendo uso de redes como Twitter, Orkut e Facebook .

Não abrir aquela janela
Alguns sites abrem novas janelas ou guias assim que se clica em um link. Isso pode bagunçar um pouco as coisas principalmente se você clicar em vários links seguidamente ou se você tiver janelas abertas com conteúdos de interesse, como resultados de buscas.

Que fazer: Se o Firefox é o seu navegador, na linha da URL (endereço da página) digite o comando about:config . Em seguida, na linha de pesquisa, digite browser.link . Agora, dê um clique duplo no item browser.link.open_newwindow e altere o valor para 1 .

Frames que bloqueiam ou confundem a visualização
É fato que os navegadores estão sofrendo uma invasão de inserção de serviços em suas respectivas barra de ferramentas. É certo também que alguns desses serviços ajudam, como acessar o gmail rapidamente ou permitindo salvar nossos sites favoritos em um servidor web. Mas outros tantos, que apenas remetem ao site que pouco acessamos, apenas poluem nosso campo de visão. Um exemplo disso é o DiggBar.

Que fazer: Mais uma vez, um add-on salva o dia, ao menos para usuários do Firefox. O script DiggBar Killer faz parte do add-on GreaseMonkey , que garante que o DiggBar não apareça mais em sua barra de ferramentas do Firefox.

Este link é um anúncio
Não existe site comercial que produza conteúdo editorial e que seja livre de anúncios ou banners - PC World inclusive. Mas será que alguém presta a atenção neles? Ou, como muitos internautas que conheço, simplesmente clicam no X para fechar a janela que abriu e voltam sua atenção para o conteúdo que desejam?

Que fazer: Quem usa o Internet Explorer se livra disso facilmente.  Vá até a lista de sites restritos (Ferramentas, Opções de Internet, Segurança, Sites restritos - isso para quem está usando o Internet Explorer 8 , e esperamos que este seja o seu caso!) e colocar lá os sites que deseja bloquear (um exemplo disso é *vibrantmedia.com, ou *.kontera.com). Que navega usando o Firefox, pode alcançar resultados semelhantes com o addon BlockSite .

Elimine sites lixo das buscas
Quantas vezes na vida você foi além das segunda ou terceira página nos resultados de pesquisa que seu navegador trouxe? Na maior parte das vezes, o que está lá é apenas lixou ou informação ruim. Se o Google, Bing e Yahoo!, em vez disso exibisse uma mensagem do tipo Desculpe, mas não existe o conteúdo solicitado. Tente outra vez, achamos que seria mais justo com os usuários desses serviços.

Que fazer: Infelizmente, as empresas que vivem de fornecer resultados de buscas também vivem de mostrar links patrocinados nesses resultados e quanto mais páginas mostrarem, mas anúncios serão exibidos. Mas é possível estreitar o universo do que se procura. O Google, por exemplo, oferece alguns subsets interessantes. E você sempre pode usar outros filtros que os próprios sites de buscas criam, como buscas específicas por imagens, notícias e compras.

Barra de buscas inútil
Isso é quase uma regra: os motores de busca existentes nos sites que costumamos ver por aí são tão ruins que quase ninguém confia neles. Eles são incapazes, por exemplo, de localizar um artigo que você tenha lido há mais dois ou três meses, ou até encontram o que você procura, mas você terá de garimpar o conteúdo desejado em meio a um monte de coisas irrelevantes.

Que fazer: Confie em seu motor de buscas predileto e preceda o conteúdo buscado por algo como site:nomedosite.com . No Google, é possível inclusive ver os resultados listados por data - basta clicar em Mostrar opções.

Este site não funciona com o seu browser
Não é porque o Internet Explorer ainda é usado por mais de 60% dos internautas que algunas sites devem simplesmente ignorar quem deseja utilizar outro software para navegar na internet - como é o caso da página da HP. Quem navega com outro browser tem a sensação de estar dormindo na cama de um estranho.

Que fazer: Utilize o add-on Corel IE Tab caso seu navegador seja o Firefox, ou o IE Tabs caso navegue com o Chrome.

Este site é uma farsa
Algumas vezes você confunde uma ou outra letra ao digitar uma URL ou tenta visitar um site que foi abandonado e tudo o que encontra é uma página web cheia de links inúteis, uma barra de buscas que encontra sabe-se lá o que e que normalmente mostra algo como O que você quer, quando você precisa. Isto é resultado da ação de cybersquatters, que ocupam tais endereços na esperança que que alguém vá parar lá e, quem sabe, gere alguns trocados para eles com esse erro.

Que fazer: Usuários do Firefox podem usar o mesmo add-on BlockSite e fazer com que sites mantidos por cybersquatter se tornem em páginas em branco. Basta acrescentar *.information.com à lista de sites restritos. Isso não irá funcionar para o IE. De qualquer forma, independentemente do navegador que use, jamais dê aos cybersquatter o prazer de clicar em qualquer link que haja nessas páginas.

Cuidados com análises 5 estrelas
O problema com reviews de usuários é que não se pode confiar em tudo que vemos na web. Ninguém vai admitir que aquela HDTV que custou os olhos da cara oferece um péssimo ângulo de visão, ou então que o teclado daquele notebook bonitinho é, na realidade, uma droga. É mais fácil confiar naquele consumidor que foi mal atendido pelo SAC do fabricante e deu a ele apenas uma mísera estrela na avaliação e escreveu um curto comentário, mas todo em letras maiúsculas. No geral, a avaliação fica em quatro (para um ranking de 5 estrelas). A única exceção é para reviews de músicas, filmes, jogos e livros - nesses casos, todo mundo gosta de figurar como crítico de arte.

Que fazer: Há muita informação importante que se pode obter com a multidão. Apenas busque por informações consistentes. É mais fácil acreditar um notebooks 5 estrelas quando alguns dizem que ele, apesar disso, possui um alto-falante pequenino, ou em um refrigerador que, para alguns, é um pouco barulhento.

 


Aprender rápido

lilika1000 19/02/2010 @ 05:52

index_16.jpgA capacidade de aprender rapidamente se tornou uma competência valorizada no mercado de trabalho. Por quê? Porque as empresas e os negócios vivem um período de mudanças frequentes, no qual a bagagem de conhecimento que um profissional acumula na carreira nem sempre dá conta de todas as situações a que ele estará exposto. A saída, então, é desenvolver um esforço de atualização permanente, tentando dominar as novidades e as tendências do mercado e da profissão.

Essa característica é fundamental para crescer na carreira. “Nas empresas, a palavra de ordem hoje é mudança. Um profissional só se desenvolve se conseguir se adaptar facilmente.

“Esse profissional é cada vez mais procurado pelas empresas que precisam de gente ágil em seus quadros”. Uma das características dessa competência é saber encarar as transformações de maneira positiva — sem pânico e com dedicação para esquecer os próprios preconceitos e se abrir ao novo. De acordo com Fernanda Pomim, responsável pela área de liderança da consultoria Korn/Ferry do Brasil, a habilidade é mais frequente em profissionais com elevado grau de autoconhecimento. “Essas pessoas conseguem avaliar melhor os sucessos e fracassos e aprender com os erros e acertos”, afirma.

É possível desenvolver a característica ao longo da carreira. Para isso, o importante é ter vontade de encarar desafios e pedir feedback constantemente. O domínio dessa competência, segundo a Korn/Ferry, também é importante para cargos de liderança. “Liderar uma equipe ou ser responsável por um projeto numa área na qual não se tem tanta intimidade ajuda a ampliar o aprendizado”, diz Fernanda.

“Além disso, para aprender rápido é preciso ouvir com atenção as críticas de colegas e chefes.”

Você é mesmo substituível?

lilika1000 07/02/2010 @ 01:46

qzmh-126-2.jpgNa sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? – O homem encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.
O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da "máquina"(organização) e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado?
Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? etc...

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.


Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro . Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.


Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo.
E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural , os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados . . . . . . apenas peças.


Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.... Ninguém ... pois nosso Zaca é insubstituível"


Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!


"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso. "


" No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que voce é, e outras, que vão te odiar pelo mesmo motivo...
Acostume-se..." 

“ O QUE SE FAZ NUM DIA É SEMENTE DE FELICIDADE PARA O DIA SEGUINTE “.           (Autor desconhecido)


Fazendo negócios com a China

lilika1000 25/01/2010 @ 14:18

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Matéria interessante, lí, gostei, aprovei! Na verdade, devia ter um  manual de vários países, mas deixo aqui o registro de Fabiana Corrêa.

A arte da negociação, para os chineses, é ensinada desde criancinha. No supermercado ou na feira, é comum encontrá-los pechinchando. Vale o mesmo à mesa. Ao ser convidado para uma refeição de negócios com chineses, nem pense em falar de números só no cafezinho. Para eles, a mesa é uma extensão da sala de reuniões. Conheça as regra:

Ao chegar
Não sente antes de ser convidado. O lugar à mesa é escolhido de acordo com o nivel hierárquico. O anfitrião senta-se de frente para a porta, uma herança da época em que o trono do imperador ficava nessa posição, para que ele visse o inimigo chegando. Ao seu lado direito vem o primeiro homem entre os convidados. Mas todos os lugares são indicados pelo anfitrião.

Cartões
Mantenha seus cartões de visita num porta-cartões elegante e certifique-se que estão em ordem. Receba o cartão do anfitrião com as duas mãos, leia, e só depois entregue o seu, também segurando-o com as duas mãos.

Teatro à mesa
Ao escolher as pessoas para levar ao encontro, pense nos papéis. “A negociação para os chineses tem um caráter teatral”, diz Ling Hsieh, especialista em cultura chinesa e sócia da consultoria Win Education. Se vai o presidente da empresa da China, o presidente da sua empresa também precisa ir. Ao pensar nos outros convidados, veja se há alguém divertido, outro mais durão, um mais suave, para equlibrar.

Come, come
Tradicionalmente, são 12 pratos servidos durante um banquete chinês. Entre eles, você pode se deparar com carne de cachorro, ou algo do tipo. Se não quiser, disfarce servindo um pedacinho à pessoa que está ao seu lado e colocando outro em seu prato. “Esqueça” ali e ninguém vai reparar.

Bons bebedores
Há um brinde entre cada um dos pratos servidos e a bebida típica, o baijio, tem alto teor alcoólico. Por isso é bom ir em grupo, para que nem todos precisem virar o copinho a cada prato. Ou poupe a pessoa principal da reunião, avisando, antes do dia do jantar, que ela não pode beber por razões de saúde, por exemplo. Ou argumente que ela irá levar a bebida de sua preferência.

Mi palito, su palito
Servir o convidado usando o palitinho que já foi levado à boca indica compartilhamento. Não recuse, mesmo que pareça anti-higiêncio.

Dinheiro não é tabu

As negociações se dão enquanto os pratos vão chegando. Nada de esperar pela sobremesa, como fazemos aqui. Os chineses negociam antes mesmo de pedirem as bebidas.

Advogados, não!
Nunca leve um advogado no primeiro encontro. Os chineses ligam esse profissional a situações de litígio.

Gratidão
A cabeça do peixe pode ser um presente do anfitrião para você, pois é considerada uma parte nobre. Se você não quiser comer, diga que não está à altura e ofereça para uma pessoa que deu uma boa contribuição à negociação.

Barulhinho
É comum os chineses arrotarem e fazer outros barulhos (nem precisamos entrar em detalhes) durante as refeições. Sinta-se à vontade para fazer o mesmo.

Ponto final
Quando chega o último prato, o peixe, é a hora de fechar a negociação. Se o acordo foi bom, o anfitrião fará um discurso sobre o congraçamento das nações, das empresas ou das cidades, por exemplo. É sinal de que ele gostou do que foi acordado. Senão, sugira uma segunda rodada, dessa vez com os custos bancados por sua empresa.

Quem é quem no trabalho...

lilika1000 15/12/2009 @ 04:03

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Gosto muito da revista Você SA, e pra os amantes de boa leitura que gostam de fazer aqueles testes de revista, te indico entrar no link abaixo. São desafios do tipo: Quem chega ao novo emprego é identificar quem é quem no escritório. De quem posso me aproximar sem medo? Que características compõem um tipo do qual devo manter distância, mesmo preventivamente? Este teste não tem a pretensão de ajudá-lo a selecionar amizades, mas apresentar alguns parâmetros úteis nesse trabalho de prospecção.

Bom teste:

Quem é quem no escritório?

Outros testes:

- Qual seu perfil empreendedor?
- Sua empresa é intra-empreendedora?
- Como vai sua comunicação?
- Como a empresa onde você trabalha lida com os erros?
- Seu emprego corre perigo?
- Você é um líder?

- Você é assertivo no trabalho em equipe?
- Conflitos na empresa
- Qual é seu grau empreendedor?
- Você é um "conectholic"?
- Competitivo, eu?
- Não, não e não!
- Ladrões de tempo
- Carreira
- Teste-se como chefe
- Negócios ou família
- Ponto de partida
- Perfil profissional
- Marketing
- Negociação

Elinete

Competência e o Ambiente Virtual de Aprendizagem

lilika1000 21/11/2009 @ 05:32

Me recordo que em um dos cursos que fiz via internet, me fez fez perceber que o ambiente virtual nos possibilita desenvolver  trabalhos de forma interativa.

Muitos dos materiais estão bem adaptados para o EaD. (Ensino a Distância). As ferramentas tais como o chat e fóruns nos ajudam a trocar experiências e a discutir os assuntos pautados no decorrer dos cursos.

A tecnologia exige competência, e a comunicação virtual também precisa acompanhar essa tecnologia. O uso das ferramentas disponibilizadas pode ser uma porta para o acesso à informação e ao conhecimento diversificado. Com isso, pauto aqui meu relacionamento com o ambiente virtual que colabora com seu conteúdo nesse ambiente de fácil acesso, nos permitindo a um autoconhecimento através de uma autoorientação.

Isso é uma realidade de que a cada dia que passa a docência deve se adaptar com as novas tecnologias, pois, ainda que os métodos tradicionais sejam muito eficazes, a web tem muitos benefícios como reduzir tempo, a criticar e a avaliar os temas propostos.Um bom site pra fazer cursos on line gratuitos é o do Sebrae, com temas voltados a áreas empresariais em geral.

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By Elinete Ribeiro 

 

O poder do silêncio

lilika1000 13/10/2009 @ 01:16

 
3598f7d93314123113e.jpgTão importante quanto falar na hora certa é calar na hora certa.

O silêncio tem muitas vezes um poder inimaginável diante das circunstâncias e a grande questão é saber: “Quando este tem de se fazer presente?”.

A resposta só pode ser baseada na observação e no entendimento da circunstância. Falar ou calar é uma escolha que somente você, após entender o que se passa ao seu redor e com as pessoas que estão envolvidas, pode definir qual a melhor alternativa.

Nunca confundir com omissão. Se omitir é deliberadamente não trazer a tona informações, posicionamentos e “fazer de conta” que você não faz parte de nada.

Calar na hora certa é identificar que o silêncio para o momento, traz mais resultados a todos do que a evidente exposição dos fatos.

Não por omissão, mas por compreensão de que todos os envolvidos terão o seu momento de reflexão e você trará novamente a luz os fatos e as circunstâncias, que deixam o que acontece à mostra novamente.

No mundo dos negócios, o silêncio é, além de poderoso, uma virtude, quando se entende o que é saber calar.

Nunca ser leviano, saber levantar os fatos, e principalmente se posicionar com argumentação de verdade (não àquela que enaltece o próprio ego), são fortes pontos a serem considerados para que se exerça o poder do silêncio.

Silenciar é uma atitude que se pratica no dia-a-dia.

Para entender como este processo funciona, você pode começar fazendo as seguintes perguntas quando for se posicionar:

* Estou a par de todas as circunstâncias?
* Entendo os impactos do que está acontecendo?
* Tenho todas as informações do processo?
* Se vou criticar, tenho uma sugestão de melhoria?
* Quero fazer funcionar?

Se você responder a estas questões, você saberá o que fazer.

Sempre pense e faça o melhor para todos. Inclusive saber calar.

dados do site baguete

Quem conta um conto, aumenta um ponto

lilika1000 19/09/2009 @ 08:06

qzmh-151-1.jpgAproveito esse espaço, para publicar um artigo de Marília Cardoso, jornalista, pós-graduanda em comunicação empresarial e fundadora da InformaMídia Comunicação.

A fofoca no ambiente de trabalho, a famosa rádio cipó...

É uma suspeita de que a secretária está saindo com o chefe, que fulano
será demitido, que há desvio de verba na empresa e tantas outras
histórias malignas muitas vezes sem fundamento algum.

Casos como esses provocam situações constrangedoras, humilhações e
preconceitos. E engana-se quem pensa que fofoca é coisa apenas de mulher. Os homens estão cada vez mais interessados em comentar sobre a vida alheia. É um verdadeiro telefone sem fio onde cada um se sente no direito de incluir suas impressões pessoais sobre o fato em questão.
Não se sabe exatamente como, quando e muito menos quem começa uma fofoca, a única coisa que sabemos é que ela se prolifera a uma velocidade inimaginável e que está sujeita a uma série de acréscimos de
informações não checadas. E em poucos minutos ela pode provocar estragos gigantescos.

Além de diminuir a produtividade dos funcionários, os boatos comprometem significativamente a qualidade da convivência e o ambiente de trabalho. Cada um passa a ver o outro com certa desconfiança e o clima de incertezas fica instaurado, fazendo com que todos temam ser a próxima vítima das rodas de bate-papo.

Infelizmente a situação é bastante comum, porém não deve ser tratada
com naturalidade, como se fosse algo corriqueiro e inevitável. A fofoca no
ambiente empresarial precisa ser combatida e não simplesmente aceita como algo inerente ao convívio social.

Vale ressaltar que os boatos estão mais presentes nas companhias que dão pouca importância à comunicação. Todo ser humano tem necessidade de se comunicar e conviver em equipe, mas quando isso acontece de forma desordenada surge espaço para as fofocas.
Inúmeras empresas de renome já passaram por situações complicadíssimas devido a esse fenômeno que os comunicadores denominam de rádio peão.
Entretanto, este ruído na comunicação não é um problema dos
funcionários e sim da empresa. É a prova real de que algo não vai bem. É
uma conseqüência da ausência ou do mau funcionamento de um sistema
integrado de comunicação.

Para evitar esses problemas só há um jeito: prevenir. Para isso, nada
melhor que a criação de um ambiente saudável de trabalho, onde a
comunicação, a ética e a transparência sejam elementos do cotidiano da
empresa.

A instituição precisa criar canais efetivose adequados à realidade de
seus funcionários, mostrando que ali há espaço para a exposição de
opiniões, ideias, sugestões e até mesmo reclamações. A criação de uma
cultura de comunicação organizacional pode levar um certo tempo, mas os
resultados são muito compensadores.

A medida pode não erradicar completamente o problema, mas certamente irá diminuir o impacto dos boatos. Se uma fofoca surgir num local onde haja abertura e liberdade para que a informação seja checada, dificilmente ela terá prosseguimento sem uma versão oficial. No final, todos saem ganhando.

Perfil no trabalho: Qual é o seu?

lilika1000 04/09/2009 @ 05:28

O estudo Segmentação Atitudinal de Funcionários, desenvolvido pelo GFK (pesquisa de mercado), entrevistou mais de 2.000 empresas de grande porte do Brasil, para chegar aos perfis abaixo:

qzmh-13v-1.jpgO ambicioso busca ascensão na carreira, gosta de se exibir e se preocupa com a imagem. Esse profissional não tem apego à empresa nem ao cargo. Se a concorrência oferecer mais, ele aceita. Apesar disso, é um profissional essencial a qualquer equipe, porque tem muitas ideias, é altamente produtivo e adora bater metas. O gestor que quiser motivar um ambicioso deve valorizar suas conquistas com programas de bonificação e premiação interna.   Uma sugestão é parabenizá-lo verbal e publicamente por suas conquistas. Se você é do tipo ambicioso, a dica é buscar empresas que valorizem ideias inovadoras, promovam a competição interna e saibam premiar quem atinge as metas. Você vai se sentir valorizado e entregar mais resultados, até que uma nova proposta apareça e você corra atrás de um desafio mais interessante.

O acomodado  tem de cinco a dez anos de casa, está adaptado à loira-ambiciosa.jpgempresa e à sua função. Não é necessariamente desmotivado ou folgado, apenas não tem grandes expectativas de crescimento. “O acomodado gosta do que faz e é fiel à empresa”, diz Mario Mattos, diretor de marketing da GFK. Esse tipo se divide em dois subgrupos: os resolvidos e os frustrados. O resolvido é homem, chefe de família e tem muito tempo de empresa. Mais maduro, preocupa-se com a saúde e gosta de trabalhar. A empresa gosta da fidelidade desse profissional, o que o valoriza. Já o acomodado frustrado costuma ser jovem e ter baixa escolaridade. Em muitos casos, está desmotivado e requer atenção do gestor para não prejudicar o desempenho da equipe. O chefe que quiser motivar um acomodado precisa tirá-lo da zona de conforto, oferecendo mudanças de área ou metas desafiadoras. “Acompanhe esse profissional de perto e instigue-o”

Cimento Social é aquele que une as pessoas. O cimento social atua corretores_assoc.jpgcomo integrador de colegas e de equipes. Ele ajuda os recém-chegados a serem aceitos no grupo, organiza os encontros extraoficiais, como happy hours e aniversários, e é o arroz de festa das atividades comemorativas da empresa. “Esses profissionais são importantes porque quebram as barreiras entre os departamentos e diluem tensões entre as áreas”, diz Mario, da GFK. Eles têm conhecidos e amigos em todos os cantos da empresa. O gestor que quiser motivar um cimento social pode pedir a ajuda desse profissional para desenvolver, organizar e divulgar os eventos da empresa. “Uma pessoa de perfil cimento social deve ser indicada a líder dos programas de responsabilidade social da empresa, ou do grupo de qualidade de vida”. “Esse profissional pode ser um bom parceiro do RH ou da área de eventos, por exemplo.” Se você é do tipo cimento social, use e abuse da sua capacidade de comunicação para construir uma boa rede de relacionamentos e fique atento às oportunidades que surgem além da sua área. Tarefa simples para você.

Elinete

Etiqueta global - Prepare-se para ser um executivo do mundo

lilika1000 28/08/2009 @ 04:46

mulher_13.gifAs empresas brasileiras, por causa do desempenho econômico do país, estão atraindo olhares — e visitantes — estrangeiros. Com tantas culturas diferentes, a maneira como você se comporta pode ser decisiva na hora de fechar aquele contrato de venda ou conseguir um emprego novo. "As principais gafes dos brasileiros no contato com executivos de outros países são os atrasos", diz a consultora de imagem Renata Mello. O hábito de tocar nas pessoas e o de interromper enquanto o outro fala também podem causar problemas. “Nas viagens ao exterior deixe o anfitrião ditar as regras, evite comandar ou dar sugestões. O ideal é observar e só se pronunciar se for questionado”, diz a consultora. Veja algumas dicas para não atropelar a cultura de outro país e se dar bem em reuniões globalizadas.

NO TRABALHO
> Conversar tocando no seu interlocutor ou muito perto dele normalmente
constrange os estrangeiros. Melhor é ser cordial, mas manter distância.
> Não force uma intimidade logo de cara, perguntando sobre família e gostos
pessoais para um árabe. Isso é falta de educação.
> Na Rússia, a conversa sobre assuntos particulares é uma forma que os russos mantêm para conquistar a confiança e o respeito do convidado.
> Não se impressione se, durante uma reunião, os japoneses fecharem os
olhos por alguns segundos. “Eles estão apenas fazendo um power nap, uma forma de se refazer e voltar a prestar atenção”, diz Paula Caíres, líder de desenvolvimento humano da Serasa Experian, que trabalhou para a Toyota na Bélgica.
> Carlo Calabro, gerente da consultoria BCG em São Paulo, trabalhou no escritório da empresa em Paris e vê as diferenças. “Aqui, as pessoas apreciam se você concorda e cria consenso durante uma reunião. Na França, ninguém notará sua presença se você não discordar.”
> Depois de um ano na Inglaterra, Fabio Oliveira, gerente da Business School
São Paulo, chama a atenção para o gosto por objetividade. “É necessário
ser assertivo nas explicações. Barganhar não é bem visto em um primeiro
encontro na Inglaterra.”

CUMPRIMENTOS
> O aperto de mão é o cumprimento profissional internacional. Porém, muitos
países ainda mantêm seu próprio jeito de cumprimentar as pessoas, que muitas vezes não é feito de forma calorosa como aqui no Brasil. Portanto, observe primeiro e apenas repita o gesto de seu interlocutor, em vez de chegar dando beijinhos.

CARTÃO DE VISITAS
> Conforme a etiqueta asiática, tudo o que se oferece e recebe deve ser feito
com as duas mãos, inclusive a troca de cartões.
> No Japão, o cartão de visita é “considerado parte da identidade do seu
dono”, segundo o livro Linguagem do Corpo no Trabalho, de Peter Clayton e
Regina Sotto Maior. Por isso, ao recebê- lo, leia com atenção e coloque-o em
cima da mesa. Ao fim da reunião, procure guardá-lo dentro da carteira.

ÁLCOOL
> Para os franceses, recusar uma taça de vinho durante um almoço de negócios é um desrespeito.
> Na Rússia, reuniões regadas a álcool são normais. O especialista em fusões
e aquisições Roberto Aldworth lembra que quando trabalhava para a AmBev esteve no país e precisou “matar” uma dose de vodca antes da negociação, às 9h da manhã. “Durante quatro horas, tínhamos que brindar várias vezes e um assessor sempre enchia os copos”, conta.

PRESENTES
> É normal que os japoneses mais tradicionais recusem três vezes um presente
antes de aceitá-lo. Se for receber um, não abra diante de todos. Quem dá a lembrança não pode correr o risco de não ter agradado na frente dos outros.
> No mundo árabe, presentear a sós pode ser considerado suborno. Melhor
fazê-lo na presença dos demais.

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