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O poder do silêncio

 
3598f7d93314123113e.jpgTão importante quanto falar na hora certa é calar na hora certa.

O silêncio tem muitas vezes um poder inimaginável diante das circunstâncias e a grande questão é saber: “Quando este tem de se fazer presente?”.

A resposta só pode ser baseada na observação e no entendimento da circunstância. Falar ou calar é uma escolha que somente você, após entender o que se passa ao seu redor e com as pessoas que estão envolvidas, pode definir qual a melhor alternativa.

Nunca confundir com omissão. Se omitir é deliberadamente não trazer a tona informações, posicionamentos e “fazer de conta” que você não faz parte de nada.

Calar na hora certa é identificar que o silêncio para o momento, traz mais resultados a todos do que a evidente exposição dos fatos.

Não por omissão, mas por compreensão de que todos os envolvidos terão o seu momento de reflexão e você trará novamente a luz os fatos e as circunstâncias, que deixam o que acontece à mostra novamente.

No mundo dos negócios, o silêncio é, além de poderoso, uma virtude, quando se entende o que é saber calar.

Nunca ser leviano, saber levantar os fatos, e principalmente se posicionar com argumentação de verdade (não àquela que enaltece o próprio ego), são fortes pontos a serem considerados para que se exerça o poder do silêncio.

Silenciar é uma atitude que se pratica no dia-a-dia.

Para entender como este processo funciona, você pode começar fazendo as seguintes perguntas quando for se posicionar:

* Estou a par de todas as circunstâncias?
* Entendo os impactos do que está acontecendo?
* Tenho todas as informações do processo?
* Se vou criticar, tenho uma sugestão de melhoria?
* Quero fazer funcionar?

Se você responder a estas questões, você saberá o que fazer.

Sempre pense e faça o melhor para todos. Inclusive saber calar.

dados do site baguete

"IGUAIS?" Sim, iguais!!!

qzmh-15p-1.jpgOutro dia, recebí um comentário nada mais nada menos que desagradável e aproveito meu blog para expressar total repúdio a esse tipo de comentário a latinos na europa. Cheguei cansada de uma larga e cansada viagem, e escuteiu por um acaso o final de uma conversa que eu era mais uma sudaka... igual a todos dalí...O CÚMULO!!!

Pra quem não sabe, sudakas são como os europeus chamam os latinos americanos por aqui, principalmente na Espanha, país totalmente racista e com pouco crédito internacional, além de ter uma das piores economias da europa.

Não é necessário expor aqui o que todos já sabem sobre tal tema. Esse tipo de comentário que eu levei na esportiva e fiz de conta que não era para mim me fez refletir muito... Eu, como todos de meu país, tenho total orgulho de ser sul americana, e principalmente de ser brasileira. Eu crítico e aceito críticas quando merecemos. Sou feliz e trabalho com dignidade e com muita honra. Sou cidadã de um grande país, uma grande pátria a qual em nada perde para os grandes países do mundo, nem pra europa, nem continente algum.. mas deixo claro o meu respeito a todos os povos e raças, ainda que falta muito para que muitos aprendam que isso nada mais é que pura ignorância!!

Elinete Ribeiro

mais um ponto a favor...

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"Ser brasileiro não é pra qualquer um"... esse povo que trabalha, que luta, que sonha e que busca, realmente não desiste nunca!

Depois de passar por diversas provas na economia, nos 8 anos do governo Lula, o país teve grande melhoras, está entre as 10 maiores economias mundiais, é a melhor economia da américa latina, pode emprestar dinheiro ao FMI, descobriu grandes reservas de petróleo, aumentou o número de empregos, elevou a classe social, é consultado pra resolver problemas entre países, teve grande feito no G-20, vai sediar a copa 2014, e acaba de ganhar a candidatura pra Olimpíadas 2016, sendo a primeira do continente...eita que esse povo é de raça. e de fé!

Realmente espero que o mundo veja que o Brasil não é apenas  gerado pela violencia ou problemas sociais. Que todos possam ver o lado bom desse lugar maravilhoso, e o melhor deste país: O POVO!

Elinete Ribeiro

O que não mata fortalece

image_4.jpgTodo mundo adora histórias de pessoas que foram transformadas por seus problemas. O sujeito tem aquela vida tranqüila e, de repente, é jogado no meio de um furacão, maremoto, enchente, crise de herpes com ciática, é despedido, o cachorro morre atropelado pelo entregador de pizza... E depois de quase tudo perdido, ele consegue dar a volta por cima. Vencedor no final, sai de peito aberto para enfrentar o mundo dizendo: "Preferia que tal coisa não tivesse acontecido, mas agora que aconteceu, me tornei uma pessoa melhor!".

A capacidade de reagir positivamente a um evento negativo não é uma exclusividade dos bravos e durões do cinema. Esta característica está aí, profundamente incrustada na sua mente, faz parte do seu organismo. Você pertence à espécie humana? Então você possui tudo que é necessário para transformar seus limões em uma bela limonada.

Há algum tempo, os cientistas vêm se debruçando para elucidar o que eles batizaram de Crescimento Pós-Traumático, que nada mais é senão uma versão sofisticada para o ditado "O que não me mata, me fortalece". Os especialistas observaram que mais de 50% das pessoas que passaram por problemas sérios dizem que a adversidade as tornou de algum modo melhores, mais fortes, mais esclarecidas - e, por que não dizer, mais felizes. Mesmo após as mais terríveis experiências, apenas uma pequena proporção das pessoas que sobrevivem a elas se torna cronicamente perturbada. A resposta mais comum é a superação. E, muitas vezes, acompanhada de um profundo crescimento pessoal.

Paradoxo

Esta constatação, de que necessitamos dos problemas para extrair o melhor da vida, é um dos maiores paradoxos da felicidade. Para experimentar uma vida humana completa, não basta levar uma existência tranqüila e imperturbável. É preciso mudar, crescer, confundir-se, tropeçar, sacudir velhas idéias e adquirir novos valores - e, algumas vezes, este processo dói. Os problemas ! graves também desafiam a idéia de que "coisas ruins não acontecem para pessoas boas". Você quer pensar que possui controle sobre tudo, que plantando o Bem apenas o Bem lhe acontecerá. Entretanto, apesar da garantia de dor e desconforto, você deve saber que a maioria dos que enfrentaram grandes adversidades diz que a dificuldade os tornou mais tolerantes, mais capazes de perdoar e de trazer paz para situações problemáticas.

Depois da tormenta, estas pessoas se tornaram capazes de identificar claramente a tolice das ambições materiais, e passaram a investir mais no prazer da companhia da família e dos amigos. Os diplomados em Crescimento Pós-Traumático não dizem que o que passaram foi maravilhoso, mas não esperavam que aquela tribulação pudesse resultar em crescimento interior. E terminaram ganhando muito mais do que jamais poderiam ter imaginado. Pense nisso da próxima vez que um problema estiver batendo à sua porta: sempre existirá um lado bom. Até mesmo no lado ruim.

Obs: este artigo é do Dr. Alessandro Loiola

     

Quem conta um conto, aumenta um ponto

qzmh-151-1.jpgAproveito esse espaço, para publicar um artigo de Marília Cardoso, jornalista, pós-graduanda em comunicação empresarial e fundadora da InformaMídia Comunicação.

A fofoca no ambiente de trabalho, a famosa rádio cipó...

É uma suspeita de que a secretária está saindo com o chefe, que fulano
será demitido, que há desvio de verba na empresa e tantas outras
histórias malignas muitas vezes sem fundamento algum.

Casos como esses provocam situações constrangedoras, humilhações e
preconceitos. E engana-se quem pensa que fofoca é coisa apenas de mulher. Os homens estão cada vez mais interessados em comentar sobre a vida alheia. É um verdadeiro telefone sem fio onde cada um se sente no direito de incluir suas impressões pessoais sobre o fato em questão.
Não se sabe exatamente como, quando e muito menos quem começa uma fofoca, a única coisa que sabemos é que ela se prolifera a uma velocidade inimaginável e que está sujeita a uma série de acréscimos de
informações não checadas. E em poucos minutos ela pode provocar estragos gigantescos.

Além de diminuir a produtividade dos funcionários, os boatos comprometem significativamente a qualidade da convivência e o ambiente de trabalho. Cada um passa a ver o outro com certa desconfiança e o clima de incertezas fica instaurado, fazendo com que todos temam ser a próxima vítima das rodas de bate-papo.

Infelizmente a situação é bastante comum, porém não deve ser tratada
com naturalidade, como se fosse algo corriqueiro e inevitável. A fofoca no
ambiente empresarial precisa ser combatida e não simplesmente aceita como algo inerente ao convívio social.

Vale ressaltar que os boatos estão mais presentes nas companhias que dão pouca importância à comunicação. Todo ser humano tem necessidade de se comunicar e conviver em equipe, mas quando isso acontece de forma desordenada surge espaço para as fofocas.
Inúmeras empresas de renome já passaram por situações complicadíssimas devido a esse fenômeno que os comunicadores denominam de rádio peão.
Entretanto, este ruído na comunicação não é um problema dos
funcionários e sim da empresa. É a prova real de que algo não vai bem. É
uma conseqüência da ausência ou do mau funcionamento de um sistema
integrado de comunicação.

Para evitar esses problemas só há um jeito: prevenir. Para isso, nada
melhor que a criação de um ambiente saudável de trabalho, onde a
comunicação, a ética e a transparência sejam elementos do cotidiano da
empresa.

A instituição precisa criar canais efetivose adequados à realidade de
seus funcionários, mostrando que ali há espaço para a exposição de
opiniões, ideias, sugestões e até mesmo reclamações. A criação de uma
cultura de comunicação organizacional pode levar um certo tempo, mas os
resultados são muito compensadores.

A medida pode não erradicar completamente o problema, mas certamente irá diminuir o impacto dos boatos. Se uma fofoca surgir num local onde haja abertura e liberdade para que a informação seja checada, dificilmente ela terá prosseguimento sem uma versão oficial. No final, todos saem ganhando.

Brasil no World Skills - Parabéns!

albertvidal.jpg

Mais uma vez deixo aqui o meu respeito por uma empresa que considero uma das melhores do Brasil, e que com orgulho tenho o prazer de dizer que ali trabalhei. Falo do SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, que continua incentivando o talento da classe trabalhadora brasileira. Os cursos técnicos do SENAI, são de nível médio, mas prova que pode ser considerados como dos melhores do mundo quando o tema é profissionalizante.

Nessa semana, na competição mundial de educação profissional, os brasileiros dos cursos técnicos levaram 4 ouros, ficando em primeiro em suas modalidades na WORLD SKILLS, no Canadá:http://www.worldskills.org/

900 participantes de 51 nações competiram em 45 ocupações, como são chamadas as modalidades, dos setores industriais, comerciais e de serviços. O Brasil foi representado por 24 jovens em 20 delas, como soldagem e robótica móvel.

Mais  quatro de prata e duas de bronze saíram para brasileiros. Também saíram cinco diplomas de excelência. Foi o melhor resultado do país desde 1981, quando o país levou candidatos pela primeira vez –o evento existe desde a década de 50.

Parabéns aos vencedores, patrabéns ao SENAI, parabéns ao povo brasileiro, que ensina aos maiorais imorais como deve ser feito!!!

Elinete Ribeiro

pra hoje....

abraco%20apertado.jpgO melhor presente que você pode dar é um abraço:
 
ele é tamanho único, e ninguém vai se importar se você quiser devolvê-lo

Brasileiro: o mais feliz do mundo

Pesquisa feita em 132 países mostra que brasileiro tem altíssima expectativa de felicidade

Rio - Em cinco anos, o brasileiro será o povo mais feliz do mundo. Pelo menos, é o que ele espera. Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com o Instituto Votorantim, com base em dados coletados pelo Instituto Gallup com mais de 130 mil pessoas em 132 países, revelou que os brasileiros têm o nível mais alto de expectativa de felicidade em relação ao futuro: 64% dos entrevistados acreditam que terão felicidade suprema até 2013. Em uma escala de 0 a 10, a satisfação tupiniquim em cinco anos será de 8,28.



A explicação para tanto otimismo juvenil é a transformação no cenário econômico brasileiro. Só em 2007, foram criados 1,6 milhão de novos empregos formais, e 91% deles ficaram com pessoas de 15 a 29 anos. Nesse período, a renda do jovem gerada pelo trabalho aumentou 10,5% ao ano e seu nível de escolaridade também aumentou 1,75%. Agora ele passa 10,4 anos na escola, contra 9,5 anos em 2003.

INVESTIMENTO EM ESTUDO

A escolaridade do jovem brasileiro cresceu 3,1 anos em 14 anos, quando a tendência é aumentar um ano por década. Enquanto o País passava por uma crise de desemprego, entre 1997 e 2003, o jovem foi para a escola, investiu na sua formação. “Em 2004, a economia se aqueceu e o mercado de trabalho se abriu para eles, que podem ganhar mais porque estão mais bem preparados”, explicou economista.

Para o serralheiro Francisco Gomes Sá, 23 anos, a vida só tende a melhorar. “No ano passado arrumei um emprego de carteira assinada. Ano que vem termino o Ensino Médio. Com diploma, terei chances de conseguir salário maior. Tenho uma filha de 2 anos e não posso reclamar da vida. Daqui a cinco anos, vou estar 100% feliz. Hoje a nota é 9”, arrisca.

Para Neri, a pesquisa trouxe de volta uma idéia relegada por especialistas nos últimos tempos: dinheiro traz, sim, felicidade. “A população dos países mais desenvolvidos se sente mais feliz. No Brasil, além da nossa cultura de povo alegre, esse otimismo está relacionado à melhoria na renda e nas perspectivas de uma vida melhor”, afirma.


Fonte:O Dia - Terra

Perfil no trabalho: Qual é o seu?

O estudo Segmentação Atitudinal de Funcionários, desenvolvido pelo GFK (pesquisa de mercado), entrevistou mais de 2.000 empresas de grande porte do Brasil, para chegar aos perfis abaixo:

qzmh-13v-1.jpgO ambicioso busca ascensão na carreira, gosta de se exibir e se preocupa com a imagem. Esse profissional não tem apego à empresa nem ao cargo. Se a concorrência oferecer mais, ele aceita. Apesar disso, é um profissional essencial a qualquer equipe, porque tem muitas ideias, é altamente produtivo e adora bater metas. O gestor que quiser motivar um ambicioso deve valorizar suas conquistas com programas de bonificação e premiação interna.   Uma sugestão é parabenizá-lo verbal e publicamente por suas conquistas. Se você é do tipo ambicioso, a dica é buscar empresas que valorizem ideias inovadoras, promovam a competição interna e saibam premiar quem atinge as metas. Você vai se sentir valorizado e entregar mais resultados, até que uma nova proposta apareça e você corra atrás de um desafio mais interessante.

O acomodado  tem de cinco a dez anos de casa, está adaptado à loira-ambiciosa.jpgempresa e à sua função. Não é necessariamente desmotivado ou folgado, apenas não tem grandes expectativas de crescimento. “O acomodado gosta do que faz e é fiel à empresa”, diz Mario Mattos, diretor de marketing da GFK. Esse tipo se divide em dois subgrupos: os resolvidos e os frustrados. O resolvido é homem, chefe de família e tem muito tempo de empresa. Mais maduro, preocupa-se com a saúde e gosta de trabalhar. A empresa gosta da fidelidade desse profissional, o que o valoriza. Já o acomodado frustrado costuma ser jovem e ter baixa escolaridade. Em muitos casos, está desmotivado e requer atenção do gestor para não prejudicar o desempenho da equipe. O chefe que quiser motivar um acomodado precisa tirá-lo da zona de conforto, oferecendo mudanças de área ou metas desafiadoras. “Acompanhe esse profissional de perto e instigue-o”

Cimento Social é aquele que une as pessoas. O cimento social atua corretores_assoc.jpgcomo integrador de colegas e de equipes. Ele ajuda os recém-chegados a serem aceitos no grupo, organiza os encontros extraoficiais, como happy hours e aniversários, e é o arroz de festa das atividades comemorativas da empresa. “Esses profissionais são importantes porque quebram as barreiras entre os departamentos e diluem tensões entre as áreas”, diz Mario, da GFK. Eles têm conhecidos e amigos em todos os cantos da empresa. O gestor que quiser motivar um cimento social pode pedir a ajuda desse profissional para desenvolver, organizar e divulgar os eventos da empresa. “Uma pessoa de perfil cimento social deve ser indicada a líder dos programas de responsabilidade social da empresa, ou do grupo de qualidade de vida”. “Esse profissional pode ser um bom parceiro do RH ou da área de eventos, por exemplo.” Se você é do tipo cimento social, use e abuse da sua capacidade de comunicação para construir uma boa rede de relacionamentos e fique atento às oportunidades que surgem além da sua área. Tarefa simples para você.

Elinete

Etiqueta global - Prepare-se para ser um executivo do mundo

mulher_13.gifAs empresas brasileiras, por causa do desempenho econômico do país, estão atraindo olhares — e visitantes — estrangeiros. Com tantas culturas diferentes, a maneira como você se comporta pode ser decisiva na hora de fechar aquele contrato de venda ou conseguir um emprego novo. "As principais gafes dos brasileiros no contato com executivos de outros países são os atrasos", diz a consultora de imagem Renata Mello. O hábito de tocar nas pessoas e o de interromper enquanto o outro fala também podem causar problemas. “Nas viagens ao exterior deixe o anfitrião ditar as regras, evite comandar ou dar sugestões. O ideal é observar e só se pronunciar se for questionado”, diz a consultora. Veja algumas dicas para não atropelar a cultura de outro país e se dar bem em reuniões globalizadas.

NO TRABALHO
> Conversar tocando no seu interlocutor ou muito perto dele normalmente
constrange os estrangeiros. Melhor é ser cordial, mas manter distância.
> Não force uma intimidade logo de cara, perguntando sobre família e gostos
pessoais para um árabe. Isso é falta de educação.
> Na Rússia, a conversa sobre assuntos particulares é uma forma que os russos mantêm para conquistar a confiança e o respeito do convidado.
> Não se impressione se, durante uma reunião, os japoneses fecharem os
olhos por alguns segundos. “Eles estão apenas fazendo um power nap, uma forma de se refazer e voltar a prestar atenção”, diz Paula Caíres, líder de desenvolvimento humano da Serasa Experian, que trabalhou para a Toyota na Bélgica.
> Carlo Calabro, gerente da consultoria BCG em São Paulo, trabalhou no escritório da empresa em Paris e vê as diferenças. “Aqui, as pessoas apreciam se você concorda e cria consenso durante uma reunião. Na França, ninguém notará sua presença se você não discordar.”
> Depois de um ano na Inglaterra, Fabio Oliveira, gerente da Business School
São Paulo, chama a atenção para o gosto por objetividade. “É necessário
ser assertivo nas explicações. Barganhar não é bem visto em um primeiro
encontro na Inglaterra.”

CUMPRIMENTOS
> O aperto de mão é o cumprimento profissional internacional. Porém, muitos
países ainda mantêm seu próprio jeito de cumprimentar as pessoas, que muitas vezes não é feito de forma calorosa como aqui no Brasil. Portanto, observe primeiro e apenas repita o gesto de seu interlocutor, em vez de chegar dando beijinhos.

CARTÃO DE VISITAS
> Conforme a etiqueta asiática, tudo o que se oferece e recebe deve ser feito
com as duas mãos, inclusive a troca de cartões.
> No Japão, o cartão de visita é “considerado parte da identidade do seu
dono”, segundo o livro Linguagem do Corpo no Trabalho, de Peter Clayton e
Regina Sotto Maior. Por isso, ao recebê- lo, leia com atenção e coloque-o em
cima da mesa. Ao fim da reunião, procure guardá-lo dentro da carteira.

ÁLCOOL
> Para os franceses, recusar uma taça de vinho durante um almoço de negócios é um desrespeito.
> Na Rússia, reuniões regadas a álcool são normais. O especialista em fusões
e aquisições Roberto Aldworth lembra que quando trabalhava para a AmBev esteve no país e precisou “matar” uma dose de vodca antes da negociação, às 9h da manhã. “Durante quatro horas, tínhamos que brindar várias vezes e um assessor sempre enchia os copos”, conta.

PRESENTES
> É normal que os japoneses mais tradicionais recusem três vezes um presente
antes de aceitá-lo. Se for receber um, não abra diante de todos. Quem dá a lembrança não pode correr o risco de não ter agradado na frente dos outros.
> No mundo árabe, presentear a sós pode ser considerado suborno. Melhor
fazê-lo na presença dos demais.

dados revista VOCÊ S/A