O poder do silêncio
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Tão importante quanto falar na hora certa é calar na hora certa.
O silêncio tem muitas vezes um poder inimaginável diante das circunstâncias e a grande questão é saber: “Quando este tem de se fazer presente?”. A resposta só pode ser baseada na observação e no entendimento da circunstância. Falar ou calar é uma escolha que somente você, após entender o que se passa ao seu redor e com as pessoas que estão envolvidas, pode definir qual a melhor alternativa. Nunca confundir com omissão. Se omitir é deliberadamente não trazer a tona informações, posicionamentos e “fazer de conta” que você não faz parte de nada. Calar na hora certa é identificar que o silêncio para o momento, traz mais resultados a todos do que a evidente exposição dos fatos. Não por omissão, mas por compreensão de que todos os envolvidos terão o seu momento de reflexão e você trará novamente a luz os fatos e as circunstâncias, que deixam o que acontece à mostra novamente. No mundo dos negócios, o silêncio é, além de poderoso, uma virtude, quando se entende o que é saber calar. Nunca ser leviano, saber levantar os fatos, e principalmente se posicionar com argumentação de verdade (não àquela que enaltece o próprio ego), são fortes pontos a serem considerados para que se exerça o poder do silêncio. Silenciar é uma atitude que se pratica no dia-a-dia. Para entender como este processo funciona, você pode começar fazendo as seguintes perguntas quando for se posicionar: * Estou a par de todas as circunstâncias? Se você responder a estas questões, você saberá o que fazer. Sempre pense e faça o melhor para todos. Inclusive saber calar. |

Tão importante quanto falar na hora certa é calar na hora certa.
Do Melhor
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Outro dia, recebí um comentário nada mais nada menos que desagradável e aproveito meu blog para expressar total repúdio a esse tipo de comentário a latinos na europa. Cheguei cansada de uma larga e cansada viagem, e escuteiu por um acaso o final de uma conversa que eu era mais uma sudaka... igual a todos dalí...O CÚMULO!!!
Todo mundo adora histórias de pessoas que foram transformadas por seus problemas. O sujeito tem aquela vida tranqüila e, de repente, é jogado no meio de um furacão, maremoto, enchente, crise de herpes com ciática, é despedido, o cachorro morre atropelado pelo entregador de pizza... E depois de quase tudo perdido, ele consegue dar a volta por cima. Vencedor no final, sai de peito aberto para enfrentar o mundo dizendo: "Preferia que tal coisa não tivesse acontecido, mas agora que aconteceu, me tornei uma pessoa melhor!".
Aproveito esse espaço, para publicar um artigo de Marília Cardoso, jornalista, pós-graduanda em comunicação empresarial e fundadora da InformaMídia Comunicação.
O melhor presente que você pode dar é um abraço:
ele é tamanho único, e ninguém vai se importar se você quiser devolvê-lo




As empresas brasileiras, por causa do desempenho econômico do país, estão atraindo olhares — e visitantes — estrangeiros. Com tantas culturas diferentes, a maneira como você se comporta pode ser decisiva na hora de fechar aquele contrato de venda ou conseguir um emprego novo. "As principais gafes dos brasileiros no contato com executivos de outros países são os atrasos", diz a consultora de imagem Renata Mello. O hábito de tocar nas pessoas e o de interromper enquanto o outro fala também podem causar problemas. “Nas viagens ao exterior deixe o anfitrião ditar as regras, evite comandar ou dar sugestões. O ideal é observar e só se pronunciar se for questionado”, diz a consultora. Veja algumas dicas para não atropelar a cultura de outro país e se dar bem em reuniões globalizadas.














