Análise do filme: EU ROBÔ ( tecnologia é sociedade)

Neste filme está clara a trama psicológica e social, pois há uma discussão sobre a convivência entre homens e robôs e sobre a utilidade real das máquinas. Observamos que o protagonista é tecnófobo, e os centros de robótica de todo o mundo avançam aos poucos sobre o desafio de criar inteligência artificial a ponto de simular o mais complexo órgão humano: o cérebro. Se hoje, muitos ainda não se adaptaram com os avanços tecnológicos, um tecnófobo num mundo infestado de tecnologia, fica paranóico.
Os especialistas científicos buscam a cada dia essa inteligência artificial para superar e reproduzir "reações humanas", e além de tudo, no ramo da informática existe uma área conhecida como redes neurais o qual simula o cérebro humano, tanto que hoje, em muitos lugares, os robôs autômatos passam pelos mesmos processos de aprendizagem que passamos.
Reconhecemos que o avanço da tecnologia, constantemente tem ocasionado a substituição da mão-de-obra humana pelas “máquinas inteligentes”, em diversas áreas da atividade humana, entretanto, em meu ponto de vista, no imaginário social, os robôs não irão dominar o mundo, mas não é pelo fato de sermos inteligentes que vamos pensar que somos únicos no universo como afirmou Descartes, “penso, logo existo”. Imagine se as máquinas chegarem a essa conclusão algum dia.
Mas vejamos bem, para um complemento de melhoria de vida em sociedade, a máquina e o homem se complementam, pois a máquina precisa do homem no seu manuseio e alimentação de dados, e o homem precisa da máquina na ordenação, armazenamento, distribuição e utilização dos dados e informações técnicas precisas e específicas. Afinal, como citado no último parágrafo da Seção 1 – Tecnologia é sociedade, a produção de tecnologia é o resultado de esforços conscientes e dirigidos de grupos específicos.
(Esse artgo foi um de meus trabalhos do curso de Formação Pedagógica para Formadores Profissionais da UNISUL)
Elinete Ribeiro

Do Melhor
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