A Linguagem que nos identifica

Esse artigo, está baseado em quatro livros que lí (TUDO E LINGUAGEM - DOLTO, FRANÇOISE ,Adilson Citelli - Linguagem e Persuasão e Argumentação e Linguagem de INGEDORE GRUNFELD VILLACA KOCH).
Nas leituras, o que aprendemos ao longo do tempo, que quando nascemos,vamos nos moldando pouco a pouco, dentro da cultura familiar,do poder, do idioma, sexo, raça, etnia, classe, cultura, língua, idade, sexo e das exigências que a sociedade impoe.Assim, tentando nos encontrar, vamos percebendo as mensagens de valoraçao de uma identidade que pensamos que somos, que as pessoas veem como somos e que fazemos.
Mas nessa transiçao, frizo aquí o processo da linguagem que liga o passado ao presente e automaticamente ao futuro, como um símbolo de códigos partilhados entre os povos.
Lembro que a língua nao é apenas um dos métodos de comunicaçao, como também um vínculo de identidade que moldamos.
O conceito de que os oradores nao podem mudá-la e de que é um inventário, pode ser modificado dentro dos parâmetros dos sistemas dos oradores capazes de gerar e formar opinioes num domínio linguistico.
Isso quer dizer que,a lingua nao é acabável, ou inalterável. Devemos ser promotores e formadores de linguagem, dentro da nossa comunidade, de forma clara, com motivos que nos identifique.
Todos tendem a ultrapassar fronteiras. No caso da língua,a globalização acentuada pela Internet, temos adquirido perdas de uma identidade que a cultura interna nos deu, com relaçao aos termos, conceitos, hábitos adquiridos, ainda mais com os da língua inglesa que é icone mundial, tornando os outros idiomas em coadjunvantes na maioria das páginas e sites de todo o mundo.
Hoje em dia é muito difícil estabelecer fronteiras linguísticas. Ela já é complicada para definir limites territoriais, o que, em alguns casos, são mais virtual geográfica.
Para efeitos da comunicação internacional, o espanhol é a segunda do mundo depois de Inglês linguísticos. Mas muitos oradores foram colocados após a quarta Mandarim (falado por 1.000 milhões de pessoas na China), Inglês (500 milhões) e hindi (480 milhões de hindus). Hoje, muitos escolhem o idioma espanhol como segunda língua. Em alguns casos é moda, como por exemplo na Argentina, para que o país seja beneficiado economicamente e na Espanha,para a qualidade da educação. Entao, para manter e aumentar o número de falantes, no entanto, não é suficiente para garantir a preservação da identidade cultural, em que língua transporta, mas o meio de cómo ela é usada. Cito a música por exemplo, que preserva a liberdade do pensamento de uma maneira particular que todos entendem, mesmo sem saber o idioma.
E o português? No meu ponto de vista, não devemos cair na ultra-puristas, isolando-nos sem o intercâmbio em diversas esferas da vida,mas o idioma que herdamos da mãe gentil, o país deve identificarse na partilha de valores, comunidade, casa, vida, desenvolvimento e objetivos, para que alcancemos o mundo também!
Elinete Ribeiro


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